- Lula anunciou Wellington Cesar Lima e Silva como novo ministro da Justiça e da Segurança Pública, substituindo Ricardo Lewandowski, que deixou o cargo na semana passada.
- Lima e Silva era, até então, advogado-geral da Petrobras.
- Lewandowski entregou a carta de demissão ao presidente na quinta-feira, citando razões de caráter pessoal e familiar.
- O futuro ministro já atuou como ministro da Justiça de Dilma Rousseff e como secretário de Assuntos Jurídicos da Presidência; também foi procurador-geral de Justiça da Bahia.
- Formação do indicado inclui mestrado em Direito Penal e Criminologia pela Universidade Cândido Mendes e doutorado em Direito Penal e Criminologia pela Universidad Pablo de Olavide; atuou como professor.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta terça-feira que Wellington Cesar Lima e Silva será o novo ministro da Justiça e Segurança Pública. A nomeação o substitui no cargo o ministro Ricardo Lewandowski, que deixou o posto na semana passada por motivos pessoais. A ocasião ocorreu em Brasília, com a confirmação da equipe do governo federal.
Lima e Silva é atualmente advogado-geral da Petrobras, função exercida desde 2023. Ele ficará à frente da pasta que tem como prioridade a segurança pública e as ações de combate à criminalidade, segundo interlocutores do Planalto. Lewandowski entregou carta de demissão ao presidente na quinta-feira anterior.
O novo ministro já ocupou o cargo de ministro da Justiça de Dilma Rousseff por um breve período e, posteriormente, atuou como secretário de Assuntos Jurídicos da Presidência da República. Também atuou como procurador-geral de Justiça da Bahia, onde ganhou destaque no combate ao crime organizado.
Perfil do novo ministro
Wellington Cesar Lima e Silva tem formação em Direito Penal e Criminologia, com mestrado pela Universidade Cândido Mendes (RJ). Concluiu doutorado em Direito Penal e Criminologia pela Universidade Pablo de Olavide, em Sevilha, na Espanha, e já atuou como professor de Direito Penal em cursos de graduação e pós-graduação.
Segundo apurações, ele foi indicado para assumir a pasta com a expectativa de adotar uma postura firme na área de segurança pública, buscando endurecer ações contra crimes organizados. A transição ocorre em meio a debates sobre políticas de policiamento e combate à violência.
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