- A primeira-dama de São Paulo, Cristiane Freitas, comentou que o Brasil precisa de um “novo CEO”; Tarcísio de Freitas curtiu o comentário.
- Aliados de Jair Bolsonaro enxergaram apoio à candidatura de Tarcísio ao Planalto, após a reação ao post.
- O ex-vereador Carlos Bolsonaro criticou “isentões” eleitos graças ao sacrifício de Jair Bolsonaro, destacando resistência a elites tecnocráticas.
- O filho de Bolsonaro publicou foto de João Doria segurando uma edição da Forbes com a manchete “João Doria: o CEO de São Paulo”.
- Em defesa da ideia, Tarcísio afirmou que um novo CEO no Planalto seria capaz de implementar reformas administrativas, privatizações e reduzir inflação e juros, e disse estar disposto a ajudar Flávio Bolsonaro “no que for preciso”.
Cristiane Freitas, primeira-dama de São Paulo, comentou em postagem do marido, o governador Tarcísio de Freitas, que o Brasil precisa de um “novo CEO”. A reação foi vista por aliados de Bolsonaro como estímulo à candidatura de Tarcísio ao Planalto. O governador curtiu o comentário.
O conteúdo circulou após Cristiane compartilhar um vídeo em que Tarcísio critica o governo Lula. Em seguida, apoiadores de Bolsonaro associaram a manifestação a uma pretensão de Tarcísio à Presidência. Diversos recados nas redes acentuaram esse debate.
Em tom oposicionista, Carlos Bolsonaro criticou o que chamou de eleitos sem esforço próprio, destacando fissuras entre grupos aliados a Jair Bolsonaro. O ex-ministro João Doria foi retratado por alguns como exemplo de figura de “CEO” de uma gestão.
No contexto, o jornalista Paulo Figueiredo sustentou que o bolsonarismo rejeita a visão de governo como empresa, defendendo que o cargo envolve valores e soberania. O trecho circulou entre críticas a administradores tecnocráticos.
Tarcísio justificou o uso do termo no vídeo em que afirma que o Brasil não suporta mais o PT. O governador defende reformas administrativas, privatizações e redução do tamanho do Estado para estimular investimento e controlar inflação.
Além disso, Tarcísio reiterou disposição de apoiar a candidatura de Flávio Bolsonaro, de acordo com declarações feitas em dezembro. Aliados do senador cobram por manifestações públicas mais explícitas de apoio.
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