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Toffoli restringe acesso às provas do Master a quatro peritos da PF

Toffoli autoriza apenas quatro peritos da PF a acessarem dados de celulares e computadores apreendidos na operação Master, sob custódia da PGR

Toffoli libera quatro peritos da PF para acompanharem a extração de dados dos 39 celulares e 31 computadores sob custódia da PGR. (Foto: Andressa Anholete/SCO/STF)
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  • O ministro Dias Toffoli autorizou que quatro peritos da Polícia Federal acompanhem a extração de dados de 39 celulares e 31 computadores apreendidos na segunda fase da Operação Compliance Zero contra o Banco Master.
  • As provas permanecem sob custódia da Procuradoria-Geral da República, após Toffoli recuar de encaminhar o material ao STF.
  • Os peritos terão livre acesso ao material e contarão com o apoio da PGR para o acompanhamento da perícia.
  • Além dos dispositivos, a PF apreendeu 30 armas, R$ 645 mil em dinheiro em espécie e 23 veículos avaliados em R$ 16 milhões.
  • A Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) alertou sobre risco de perda de vestígios relevantes caso o material não seja destinado à perícia oficial, destacando que não compete à PGR a elaboração de provas a partir de vestígios.

O ministro do STF Dias Toffoli autorizou, nesta quinta-feira, 15, que quatro peritos da Polícia Federal acompanhem a extração de dados dos 39 celulares e 31 computadores apreendidos na segunda fase da Operação Compliance Zero, ligada ao Banco Master. As provas permanecem sob custódia da PGR, após decisão anterior de Toffoli que foi revisada.

Os peritos poderão acessar livremente os materiais, com apoio da Procuradoria-Geral da República durante a atuação pericial, conforme decisão publicada pelo ministro. A medida trata de uma restrição ao acesso total aos documentos, mantendo o material sob tutela da PGR.

Além dos equipamentos eletrônicos, a PF também apreendeu 30 armas, R$ 645 mil em dinheiro em espécie e 23 veículos avaliados em cerca de R$ 16 milhões.

Itens apreendidos e contexto

A decisão envolve a forma como as provas são manuseadas na investigação em curso, com foco na análise técnica dos vestígios digitais. A APFCF (Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais) já havia levantado preocupações sobre a eventual perda de vestígios relevantes caso o material não siga para perícia oficial adequada.

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