- O senador Thom Tillis, em seu último ano no Senado, criticou assessores de Donald Trump por incentivar uma possível tomada militar da Groenlândia.
- Ele integrou, junto com a senadora Lisa Murkowski, uma delegação ao redor de Dinamarca, em meio às ameaças de Trump sobre Groenlândia.
- Tillis também criticou a investigação do Departamento de Justiça sobre o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell.
- Na quinta-feira anterior ao aniversário de janeiro de 2021, Tillis ajudou a viabilizar a exibição de uma placa aos policiais que defenderam o Capitólio, destacando a gravidade do ocorrido.
- O senador disse que quer que o presidente tenha sucesso e criticou principalmente assessores de alto escalão da Casa Branca, sem romper com Trump de forma definitiva.
Sen. Thom Tillis, em seu último ano no Senado, tem adotado uma postura mais explícita de crítica a assessores da Casa Branca, sem deixar de apoiar o presidente em outros pontos. A atuação dele ocorre em meio a tensões com a gestão de Donald Trump, especialmente sobre Greenland.
Tillis, de Carolina do Norte, não está buscando reeleições. Sua presença recente na inauguração de semanas de 2026 incluiu críticas diretas aos conselhos da administração, em circunstâncias que ressaltam a franqueza de um político frequentemente cauteloso com o voto de seus eleitores.
Durante uma viagem de comitiva aos Países Nórdicos, Tillis foi um dos dois republicanos a acompanhar a digressão a Dinamarca, em meio a ameaças de que os EUA pudessem tomar Greenland. O senador também questionou a condução de investigações do Departamento de Justiça envolvendo Jerome Powell, presidente do Federal Reserve.
Greenland e governo
Relatos indicam que Tillis criticou o papel de integrantes da cúpula do governo na condução de políticas externas, especialmente no que tange a Greenland. O enfoque dele foi orientar o debate para que a administração avalie melhor os conselhos recebidos.
O republicano também propôs que as decisões do governo sejam informadas por análises mais rigorosas, destacando a importância de um ambiente político estável para o partido manter vantagens eleitorais no ano seguinte.
Jan 6 e defesa policial
Em relação ao 6 de janeiro de 2021, Tillis apoiou a exibição de uma placa em homenagem aos policiais que defenderam o Capitol. Ele ressaltou o papel das forças de segurança e da natureza singular daquele episódio para a democracia.
Paralelamente, Tillis avaliou críticas de democratas a políticas de aplicação da lei e, em tom menos alinhado com o discurso de alguns colegas, manteve foco na necessidade de avaliação de decisões administrativas, sem atribuir culpa direta a indivíduos específicos.
Relação com Trump e agenda
Embora não se declare opositor definitivo a Trump, Tillis concentra críticas em assessores próximos ao presidente, especialmente em momentos decisivos para o país. Ele afirmou buscar o sucesso do presidente dentro de um marco de aconselhamento adequado.
Durante entrevistas, o senador enfatizou que deseja criar um ambiente político mais propício às vitórias republicanas, sem abandonar a defesa de políticas que considera responsáveis e bem estruturadas para o país.
Perguntas sobre o futuro
Ao longo de 2026, Tillis mantém a estratégia de falar com transparência sobre decisões administrativas e de defesa de instituições. Sua atuação, associada a um histórico de gestão empresarial, é acompanhada por imprensa e colegas que avaliam o impacto político dessa postura.
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