- O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), sinalizou pela primeira vez apoio enfático à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência em 2026.
- Em Suzano, Tarcísio afirmou: “A direita vai estar unida em torno de um nome. E o meu nome é o Flávio”, dizendo que Flávio é “um grande nome”.
- A declaração ocorreu após pressão de bolsonaristas e diante do apoio de Jair Bolsonaro a Flávio no início de dezembro de 2025.
- Tarcísio era visto como favorito para suceder Jair Bolsonaro, sendo visto como o quadro mais competitivo contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
- Em Suzano, o governador reforçou que sua prioridade é a reeleição em São Paulo e negou, de forma implícita, que tenha desistido de um possível caminho presidencial.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, sinalizou neste quinta-feira (15) apoio explícito à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência em 2026. Em Suzano, durante a inauguração de uma obra viária, ele afirmou que Flávio é um grande nome e que o seu lado é o dele, indicando união da direita em torno do nome.
Tarcísio vinha sendo pressionado por bolsonaristas a firmar posição após o anúncio de Jair Bolsonaro de apoiar o filho como principal candidato da direita. O ex-presidente já havia dado aval ao projeto no início de dezembro de 2025, consolidando o elo entre o apoiador paulista e a candidatura.
A formalização ocorreu em meio a especulações sobre a disputa entre Lula e Flávio. Analistas apontam que o governador era visto como o principal favorito para suceder Jair Bolsonaro no arco de alianças da direita, com potencial de atrair apoio do setor financeiro.
Contexto político
O tema ganhou eixo adicional depois de um episódio envolvendo Cristiane Freitas, esposa de Tarcísio, que comentou em rede social sobre o governo de um “novo CEO no Planalto” e apoiou o marido, o que gerou críticas entre apoiadores de Bolsonaro e intensificou debates sobre intenções de candidatura.
Em Suzano, Tarcísio ressaltou também a prioridade de sua gestão: a reeleição no estado. O governador afirmou que o foco permanece em manter o avanço paulista, mantendo o planejamento político fora de Brasília, por ora.
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