- Os pais de Matilda, a menina de 10 anos morta em Bondi, pedem que a passarela de pedestres seja mantida e pintada de amarelo em homenagem à cor do vestido da filha no seu último dia, e que haja uma placa em memória das 15 vítimas.
- Em entrevista ao ABC, Valentyna Poltavchenko e Michael Britvan disseram evitar a aprovação apressada de nova legislação após o ataque e agradeceram a mulher que salvou a irmã mais nova.
- A ponte, de interesse histórico, está em suspenso após debates públicos acalorados; o governo de New South Wales chegou a defender a demolição para evitar uma lembrança macabra do ataque.
- Os pais sugerem ainda renomear o parque onde ocorreu o ataque para “Matilda’s Park” e manter a ponte como espaço público, com memória em homenagem à menina.
- Britvan afirmou não acreditar que novas leis impediriam futuros ataques, enquanto o governo federal revisa leis sobre discurso de ódio e controle de armas, com NSW aprovando mudanças nesses temas em meio ao debate.
Valentyna Poltavchenko e Michael Britvan, pais de Matilda, a menina de 10 anos morta no ataque em Bondi, pedem preservação da passarela pedonal usada pelos suspeitos e sugerem que seja pintada de amarelo em homenagem ao vestido da filha no último dia.
Em entrevista ao ABC, os pais disseram que não querem que a ponte seja demolida e enfatizaram a necessidade de cautela na tramitação de novas leis em resposta ao ataque. Eles agradeceram a mulher que salvou a irmã mais nova de Matilda.
A ponte histórica, que liga a região central ao calçadão, teve a situação colocada em suspenso após debate acalorado na rede pública. O premier de NSW já sinalizou que pode haver demolição para evitar que o local sirva de lembrança amarga.
Os pais também sugerem batizar o parque onde ocorreu o evento secular de Chanukah by the Sea como “Parque Matilda”, mantendo a memória da menina. Eles ressaltam a importância de manter o espaço público acessível e respeitoso.
Britvan alertou contra o uso da morte da filha para justificar mudanças rápidas em políticas, afirmando que tais medidas podem não impedir novos ataques. O governo federal voltou a debater legislação de discurso de ódio e controle de armas, enquanto NSW avançou com alterações legais de forma rápida.
A família ressaltou que a tragédia não deve ser instrumentalizada para acelerar leis, mantendo o foco em apoio às vítimas e na preservação de espaços públicos.
Entre na conversa da comunidade