- Raul Jungmann, ex-ministro, morreu aos 73 anos após lutar contra um câncer; o velório será reservado a familiares e amigos próximos.
- O Congresso informou que, em dezembro, a Câmara concedeu Moção de Louvor ao ex-ministro em reconhecimento à sua trajetória pública.
- O presidente da Câmara, Hugo Motta, lamentou a perda e destacou lições de diálogo, construção de pontes e respeito institucional.
- General Fernando Azevedo e Silva, atual colega no Instituto Brasileiro de Redução de Emissões e Meio Ambiente (Ibram), ressaltou a amizade e a dedicação de Jungmann ao Brasil.
- O Grupo de Líderes Empresariais (Lide) expressou profundo pesar e destacou a contribuição de Jungmann para o setor mineral e seu legado público; Randolfe Rodrigues elogiou sua ética e capacidade de diálogo.
O ex-ministro Raul Jungmann morreu neste domingo (18), aos 73 anos, após enfrentar um câncer. O velório será reservado a familiares e amigos próximos, conforme informações de familiares. Jungmann nasceu no Recife.
A Câmara dos Deputados confirmou luto pela perda, com o presidente da Casa, Hugo Motta, ressaltando a homenagem feita em dezembro, quando foi concedida uma Moção de Louvor pela trajetória pública e pelo serviço ao país.
O general Fernando Azevedo e Silva, atual colega no Ibram, manifestou pesar pela perda e ressaltou a dedicação de Jungmann ao país até o fim da vida, desejando que Deus o acolha.
O Lide, grupo de empresários, divulgou solidariedade à família e destacou a atuação do ex-ministro na área de mineração, observando contribuições para o fortalecimento do setor mineral brasileiro.
O senador Randolfe Rodrigues, vice-líder do Governo no Senado pelo PT, classificou Jungmann como um dos mais capacitados e éticos homens públicos, enfatizando o legado de diálogo, firmeza e comprometimento com o interesse público.
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