- O ministro Alexandre de Moraes determinou, na quinta-feira quinze, a transferência imediata de Jair Bolsonaro para a Sala de Estado Maior no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, apelidada de Papudinha.
- Durante a prisão na Superintendência da Polícia Federal, bolsonaristas nas redes sociais afirmaram que ele estaria sendo vítima de tortura.
- O jurista Pedro Serrano, professor de Direito Constitucional, explica por que essa acusação não procede.
- Serrano aponta que Bolsonaro está em condições superiores às dos mais de setecentos mil presos no Brasil.
O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes determinou a transferência imediata de Jair Bolsonaro para a Sala de Estado Maior no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, conhecida como Papudinha. A decisão ocorreu nesta quinta-feira 15.
Bolsonaristas nas redes sociais afirmaram que o ex-presidente estaria sendo vítima de tortura durante a prisão na Superintendência da Polícia Federal. Essas alegações citavam, entre outros sinais, o barulho de ar-condicionado como indicativo de maus-tratos.
A defesa de Bolsonaro sustenta que ele permanece sob custódia, enquanto o processo corre, e que a transferência configura apenas mudança de unidade prisional dentro da mesma pena. O jurista Pedro Serrano, professor de Direito Constitucional, analisa a situação no canal de CartaCapital no YouTube.
Serrano explica por que as acusações de tortura não correspondem aos fatos, ao registrar que as condições de Bolsonaro não demonstram tratamento desumano. Segundo ele, o ex-presidente está em regime de custódia compatível com outras prisões no país.
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