- A prefeitura de São Paulo escolheu a Acciona para tocar as obras de ampliação da avenida Roberto Marinho, após a empresa ficar em 3º lugar na licitação.
- O contrato foi estimado em R$ 2 bilhões, acima das propostas de Expresso Roma (R$ 1,8 bilhão) e Novo Roma (R$ 1,9 bilhão).
- O Expresso Roma acionou a Justiça na sexta-feira, e a 16ª Vara da Fazenda Pública da capital ainda não se pronunciou.
- O leilão ocorreu em novembro e classificou as propostas conforme o menor preço; o Expresso Roma é formado por Álya (antiga Queiroz Galvão) e OEC (antiga Odebrecht), enquanto o Novo Roma reúne Construbase Engenharia, FM Rodrigues e CIA e Uranpres Spol.
- A Acciona alegou que uma empresa do Novo Roma não tinha licença para atuar no Brasil e pediu a rebaixamento da nota; a prefeitura acatou o pedido, mantendo a Acciona como vencedora.
A Prefeitura de São Paulo escolheu a Acciona para tocar as obras de ampliação da avenida Roberto Marinho. A confirmação ocorreu após a empresa ficar em 3º lugar na licitação relacionada à obra, segundo reportagem de O Globo e confirmação do UOL.
A proposta apresentada pela Acciona foi de R$ 2 bilhões. Os consórcios concorrentes, Expresso Roma e Novo Roma, apresentaram ofertas de menor valor, respectivamente R$ 1,8 bilhão e R$ 1,9 bilhão. A diferença motivou questionamentos sobre o resultado final.
A decisão da gestão do prefeito Ricardo Nunes (MDB) provocou medida judicial. Na sexta-feira (16), o Expresso Roma acionou a Justiça, e a 16ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo ainda não se manifestou sobre o caso.
O leilão ocorreu em novembro, em um certame que previa vencer quem apresentasse a menor proposta. A disputa envolve grandes empresas do setor, com o Expresso Roma integrado por Álya e OEC, e o Novo Roma por Construbase Engenharia, FM Rodrigues e CIA e Uranpres Spol.
Tanto Novo Roma quanto Expresso Roma já haviam ingressado com ações anteriormente. As duas partes contestaram a validade de propostas consideradas não conformes com regras do edital.
A Expresso Roma foi desclassificada da disputa após questionamentos. Em seguida, a prefeitura aceitou os recursos apresentados pelos dois consórcios, abrindo espaço para reavaliação.
Além disso, a Acciona alegou que uma empresa do Nova Roma não possuía licença para atuar no Brasil. Baseado nisso, a própria prefeitura revisou a nota do consórcio, que passou a figurar como vencedor. A gestão Nunes confirmou a decisão.
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