- Oposição húngara, liderada por Peter Magyar, contratou Istvan Kapitany, ex-executivo da Shell, para uma função sênior na área econômica.
- A eleição é em abril, com foco em reativar a economia após três anos de atraso; pesquisa mostra a Tisza à frente do Fidesz em geral.
- Kapitany afirmou que fundos da União Europeia e políticas previsíveis podem ajudar a economia, defendendo apoiar pequenas empresas em vez de megafábricas.
- Ele aponta a necessidade de um ambiente de investimento estável e critica mudanças ad hoc de políticas e impostos temporários sobre setores específicos.
- Trabalhará com Andras Karman, assessor fiscal, e pretende trazer fundos da UE de volta e utilizá-los de forma justa, ressaltando a importância de um campo de jogo equilibrado e combatendo a corrupção.
O líder da oposição húngara, Peter Magyar, contratou Istvan Kapitany, ex-executivo global da Shell, para um cargo sênior na área econômica, em preparação para as eleições de abril em Budapeste. Kapitany também comandou uma associação de executivos húngaros entre 2020 e 2025.
O novo representante chega com a missão de articular políticas voltadas à recuperação econômica, defendendo o retorno de fundos da UE e um ambiente de investimentos estável. Em vídeo divulgado na rede social, Kapitany sustenta que políticas previsíveis ajudam a reconquistar a confiança empresarial.
Ele trabalhará ao lado do assessor de políticas fiscais e tributárias Andras Karman, ex-funcionário do Erste Bank. O grupo defende menos megaprojeto industrial e maior competitividade para pequenas empresas locais.
A equipe argumenta que reformas consistentes são necessárias para reduzir incertezas regulatórias e evitar tributos repentinhos sobre setores específicos, ajudando o país a sair de um período de menor atividade econômica.
Contexto econômico
A UE congelou bilhões em financiamento sob reformas do estado de direito, pressionando o governo a reduzir investimentos públicos. O premiê Viktor Orban alega que a corrupção não difere de outras na UE.
Kapitany afirma que o objetivo é trazer de volta os recursos da UE, distribuindo-os de forma equitativa e eficiente para sustentar o crescimento. Ele ressalta a importância de um ambiente de negócios mais estável para a retomada do investimento.
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