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Alckmin confidencia a Márcio França sobre eleições de 2026

Alckmin confidenciou a França que apoiará Lula em qualquer cenário; se não for vice, volta a capinar em Pindamonhangaba, diz ministro.

Márcio França e Geraldo Alckmin, em 29 de novembro de 2023. Foto: Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte
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  • Geraldo Alckmin, atual vice de Lula, trabalha apenas com a possibilidade de disputar a eleição de 2026 mantendo a vice-presidência.
  • Lula prefere Alckmin como aliado para enfrentar Tarcísio de Freitas em São Paulo, mas a candidatura ao governo não está nos planos de Alckmin.
  • Em conversa com a CartaCapital, Márcio França relatou uma confidência de Alckmin: se não for vice, volta a capinar em Pindamonhangaba, cidade natal.
  • Além de Alckmin, Lula também contaria com Fernando Haddad como linha de comando para a disputa paulista; outros nomes citados incluem Simone Tebet, Marina Silva e França.
  • Em 2022, São Paulo foi decisivo para a vitória de Lula no país, com o estado somando 11,5 milhões de eleitores, mesmo com a derrota por cerca de 2,7 milhões de votos para Bolsonaro.

Geraldo Alckmin (PSB) trabalha apenas com uma possibilidade para 2026: manter-se na vice de Lula (PT). Embora seja favorito de Lula para enfrentar Tarcísio de Freitas (Republicanos) em São Paulo, a ideia de disputar o governo não está no radar.

Em conversa com CartaCapital, o ministro Márcio França (PSB) relatou uma confidência de Alckmin: ele preferiria atuar ao lado de Lula ou, caso não seja vice, seguir em outra função no interior de SP, em Pindamonhangaba, cidade natal, onde já foi prefeito e vereador.

Alckmin e o ministro da Economia, Fernando Haddad (PT), aparecem como opções fortes de Lula para o pleito paulista. Entretanto, ambos resistem e indicam possibilidade de nomes variados, como Simone Tebet (MDB), Marina Silva (Rede) e França.

Lula avalia com cautela o peso estratégico de São Paulo, maior colégio eleitoral do país. Em 2022, o estado ficou com Bolsonaro (PL) por cerca de 2,7 milhões de votos, mas gerou 11,5 milhões de eleitores, números que influenciam a conta nacional.

França afirma que o país não pode subestimar a importância de uma vitória em SP, destacando que a diferença de votos pode ser decisiva para o resultado nacional. O tom é de prudência em relação ao que o DEM, MDB e outros blocos podem oferecer.

Perspectivas para São Paulo

O cenário paulista aparece com várias possibilidades de composição de alianças e nomes. A estratégia de Lula envolve manter o centro do governo em jogo, sem descartar opções que possam reduzir perdas históricas no estado.

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