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Partido Nacional pede Sussan Ley decidir destino após voto em discurso de ódio

Cadell e McKenzie cruzam o piso para votar contra a coalizão na lei de discurso de ódio; Ley e Littleproud decidem o destino do trio no frontbench

It is unclear whether Coalition leader Sussan Ley accept the resignations of opposition frontbenchers who crossed the floor to vote against Labor’s hate speech bill.
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  • Os ministros da oposição do Nationals, Ross Cadell e Bridget McKenzie, votaram contra a posição do bloco e cruzaram o plenário na votação do projeto de lei sobre discurso de ódio.
  • Susan McDonald, chefe de recursos do grupo, também votou contra o mesmo projeto, tornando o posicionamento menos claro.
  • A direção de Sussan Ley e o líder dos Nationals, David Littleproud, observam as consequências, com a possibilidade de que Ley decida o destino dos três no shadow cabinet.
  • Cadell disse estar disposto a recuar para a bancada de base se solicitado, mantendo, porém, a sua posição de voto; McKenzie não confirmou se apresentará sua resignação.
  • O projeto de lei, que classifica organizações como “grupos de ódio” e amplia poderes sobre vistos e sanções a líderes religiosos que promovem violência, foi aprovado no Senado por 38 votos a 22.

Ross Cadell e Bridget McKenzie, membros do frontbench do Partido Nacional, cruzaram o plenário para votar contra o projeto de leis de discurso de ódio do Labor. Susan McDonald, secretária de recursos, também votou contra a posição da coalizão. A decisão quebrou a disciplina do shadow cabinet.

Cadell afirmou estar disponível para retornar ao backbench caso Sussan Ley solicite, mantendo, porém, que não recua em sua posição. McKenzie ainda não confirmou se apresentará a demissão do frontbench. Ley e David Littleproud devem decidir os destinos dos parlamentares.

O incidente representa mais um desafio à autoridade de Ley, líder dos Nationals, e ao líder da ala, Littleproud. Convenção exige alinhamento com a decisão do shadow cabinet ou resignação de cargos.

O comitê do partido realizou reunião nesta quarta-feira para tratar do caso, com críticas dos integrantes do partido. Um assessor descreveu o encontro como centrado na “cuidados parlamentares” com o grupo envolvido.

Paralelamente, o grupo de liderança Liberal manteve reuniões de crise, lideradas por Ley, Anne Ruston e Michaelia Cash, para alinhamento estratégico após a dissidência dos nacionais. Ainda não há definição sobre sanções.

O projeto de lei, que classifica organizações como “grupos de ódio” e amplia poderes de cancelamento de vistos, além de punir líderes religiosos que promovem violência, foi aprovado no Senado por 38 votos a 22. Não houve conclusão sobre sanções a Cadell, McKenzie ou McDonald.

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