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Rogério Marinho retira pré-candidatura ao governo do RN

Rogério Marinho encerra pré-candidatura ao governo do Rio Grande do Norte a pedido de Bolsonaro e passa a apoiar a campanha de Flávio Bolsonaro

Rogério Marinho atende a pedido de Bolsonaro e não será mais candidato ao governo do Rio Grande do Norte. À bancada, em pronunciamento, senador Rogerio Marinho (PL-RN). Foto: Saulo Cruz/Agência Senado (Foto: Saulo Cruz/Agência Senado)
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  • O senador Rogério Marinho (PL-RN) desistiu de sua pré-candidatura ao governo do Rio Grande do Norte, a pedido de Jair Bolsonaro.
  • Marinho afirmou em nota que Bolsonaro pediu que ele se somasse à luta de Flávio Bolsonaro para “resgatar o país”.
  • Em vídeo, Flávio Bolsonaro explicou aos potiguares que a decisão busca o bem do Brasil.
  • Com a saída, a disputa pelo governo do RN fica entre Allyson Bezerra (União), Álvaro Dias (Republicanos) e Cadu Xavier (PT); no Senado, aparecem Zenaide Maia (PSD), Fátima Bezerra (PT) e Styvenson Valentim (PSDB).
  • A nota ressalta a defesa de Bolsonaro e o objetivo de derrotar o PT para o futuro do RN.

Rogério Marinho (PL-RN) desistiu nesta quarta-feira da pré-candidatura ao governo do Rio Grande do Norte, a pedido do ex-presidente Jair Bolsonaro. A decisão foi anunciada após reunião com o núcleo da campanha de Bolsonaro.

Em vídeo, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) dirigiu-se ao eleitorado potiguar, citando a decisão de Marinho como parte de um esforço nacional para resgatar o Brasil. O tom foi de apoio à escolha e ao papel de Bolsonaro na atual conjuntura.

Com a saída de Marinho, a disputa ao Palácio de Despachos em Lagoa Nova fica entre Allyson Bezerra (União), Álvaro Dias (Republicanos) e Cadu Xavier (PT). É o cenário inicial para o pleito no RN.

No Senado, a agenda envolve Zenaide Maia (PSD), a governadora Fátima Bezerra (PT) e Styvenson Valentim (PSDB). As duas cadeiras por estado estão em jogo nas eleições deste ano.

É relevante registrar que Marinho afirmou que sua decisão busca somar forças na luta de Bolsonaro e de Flávio pela maior pauta nacional. O governador potiguar e demais aliados seguem avaliando as possíveis alianças para o pleito.

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