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Trump diz que seu mandato mostra que Deus está orgulhoso

Trump afirma que Deus está 'muito orgulhoso' de seu mandato, destacando liberdades religiosas e ações de imigração como pilares

Deus está ‘muito orgulhoso’, diz Trump sobre seu mandato
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  • Trump disse que Deus está “muito orgulhoso” do trabalho de seu primeiro ano no segundo mandato, em coletiva na Casa Branca para marcar a sobremissão.
  • Diz que entende ter autoridade por vontade divina, citando liberdades religiosas, libertação do missionário Andrew Brunson e criação de uma comissão de liberdade religiosa; mencionou cristãos na Nigéria como exemplo.
  • Falou sobre imigração e o ICE, acusando protestos em Minneapolis de serem movidos por agitadores profissionais e dizendo que o objetivo do órgão é retirar do país imigrantes ilegais com histórico criminal.
  • Mencionou o episódio envolvendo Don Lemon na Cities Church, em St. Paul, apontando que o Departamento de Justiça abriu investigação; elogiou o pastor Jonathan Parnell pela atuação calma.
  • Parnell divulgou mensagem privada citando o Catecismo de Heidelberg, expressando fé em Deus diante das adversidades; membros da igreja teriam evitado declarações públicas conforme The Christian Post.

O presidente Donald Trump afirmou na terça-feira que acredita contar com a aprovação de Deus pelo trabalho realizado durante o primeiro ano de seu segundo mandato. A declaração foi feita em uma coletiva rara na sala de imprensa da Casa Branca, para marcar o aniversário da posse.

Trump disse que Deus estaria “muito orgulhoso” de suas ações, segundo ele relacionadas à religião e à proteção de grupos perseguidos. Ele citou a defesa de cristãos, judeus e outras pessoas em risco como prioridade de governo.

O mandatario ressaltou que a liberdade religiosa é um pilar de sua atuação desde o primeiro mandato, citando a libertação do missionário Andrew Brunson na Turquia. Também mencionou a criação de uma comissão de liberdade religiosa na Casa Branca.

Questões sobre imigração e ICE

Durante a coletiva, ele tratou de imigração e do Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE). Trump disse que protestos contra o órgão em cidades como Minneapolis seriam promovidos por “agitadores profissionais” e criticou tentativas de deslegitimar agentes federais.

Ele reforçou que o ICE atua para retirar do país imigrantes ilegais com histórico criminal. O discurso incluiu referências a casos de violência envolvendo o órgão, sem detalhar situações específicas.

Incidente na Cities Church em St. Paul

Trump mencionou um episódio envolvendo o ex-apresentador da CNN Don Lemon, que participou de uma ação em uma Cities Church, em St. Paul, Minnesota. O DOJ abriu investigação para apurar possíveis violações da lei federal.

O presidente elogiou o pastor Jonathan Parnell, que pediu calma para Lemon e outros presentes se retirarem. Trump descreveu o episódio na igreja como deplorável e desrespeitoso a um espaço religioso.

Jonathan Parnell divulgou posteriormente uma mensagem privada com referências ao Catecismo de Heidelberg, sinalizando confiança em Deus diante das adversidades. A Diocese não confirmou publicamente detalhes da comunicação.

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