- A AtlasIntel, em parceria com a Bloomberg, divulgou uma pesquisa indicando estabilidade na avaliação do presidente Lula nos últimos meses, com 5.418 pessoas ouvidas pela internet entre 15 e 20 de janeiro.
- A isenção do Imposto de Renda para quem ganha até cinco mil reais, sancionada em novembro, é aprovada por 76% dos entrevistados, com 16% de reprovação e 8% sem avaliação.
- A gratuidade para todos os itens do programa Farmácia Popular é aprovada por 86% dos participantes.
- Medidas mal avaliadas incluem a “taxa das blusinhas” sobre compras no exterior de até 50 dólares, mudanças nas normas de fiscalização do Pix e o programa Pena Justa, citado por promover ações de empregabilidade para pessoas presas.
- A pesquisa aponta Lula como favorito para a reeleição.
A AtlasIntel, em parceria com a Bloomberg, apresenta resultados de uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira sobre a avaliação do governo Lula. O estudo ouviu 5.418 brasileiros entre 15 e 20 de janeiro, com margem de erro de 1 ponto percentual. O foco é medir a percepção sobre acertos e erros do governo.
Entre as medidas com melhor reception, destaca-se a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais, aprovada em novembro, com 76% de aprovação. A gratuidade total de itens no programa Farmácia Popular também recebeu apoio significativo, em 86%.
Medidas menos bem recebidas aparecem com destaque. A chamada “taxa das blusinhas” sobre compras no exterior de até 50 dólares desperta críticas, assim como mudanças nas regras de fiscalização do Pix. O pacote Pena Justa, que inclui ações de empregabilidade para pessoas presas, também é alvo de ceticismo entre parte do público.
Resultados e leitura dos dados
A pesquisa aponta que Lula permanece como favorito entre eleitores para a reeleição, o que sugere continuidade de apoio entre parcela relevante do eleitorado. Os números refletem a polarização entre apoio e desaprovação ao governo, com avaliações variando conforme as medidas.
A AtlasIntel também destacou que a avaliação pode variar conforme o tema e o momento político. Questionários foram aplicados pela internet, o que inclui diferentes perfis de respondentes. O estudo não traz, no texto divulgado, projeções oficiais sobre cenários eleitorais.
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