- O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que o governo brasileiro continuará o processo interno para garantir a vigência provisória do acordo entre o Mercosul e a União Europeia.
- Alckmin participou de reunião com o senador Nelsinho Trad, presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, para tratar do assunto.
- Nesta quarta, o Parlamento Europeu enviou o acordo para análise do Tribunal de Justiça da União Europeia, o que pode atrasar a implementação.
- Alckmin disse que o presidente Lula deve encaminhar ao Congresso a internalização do acordo e que o senador Trad dará celeridade ao processo, permitindo vigência provisória durante a discussão judicial.
- Trad mostrou otimismo com o encaminhamento e afirmou que vai colaborar para a celeridade, citando apoio de líderes da Câmara e do Senado.
O governo brasileiro seguirá com o processo interno para assegurar a vigência provisória do acordo entre o Mercosul e a União Europeia. A afirmação foi feita pelo vice-presidente Geraldo Alckmin.
Ele participou pela manhã de uma reunião com o senador Nelsinho Trad, presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, para tratar do tema. A reunião ocorreu em Brasília.
Paralelamente, o Parlamento Europeu encaminhou o tratado para análise do Tribunal de Justiça da UE, o que pode atrasar a entrada em vigor. A medida dificulta a implementação imediata do acordo.
Alckmin destacou que o presidente Lula deve encaminhar o pedido de internalização ao Congresso, com apoio para acelerar o processo na Câmara e no Senado, visando a vigência provisória durante a discussão judicial.
Trad sinalizou otimismo em relação ao andamento do trâmite interno. Ele informou que a Câmara pode incluir o tema como item prioritário e que conversas com o Senado já apontam nessa direção.
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