- O ministro Dias Toffoli, relator do caso Banco Master no STF, tem sido alvo de críticas por decisões consideradas atípicas.
- Toffoli viajou em jatinho particular com um dos advogados do Master para a final da Copa Libertadores de 2025 e decretou sigilo nas nomeações.
- Ele realizou uma acareação sem precedentes e nomeou pessoalmente quatro peritos da Polícia Federal para as investigações.
- Surgiram suspeitas de conflito de interesse envolvendo irmãos e um primo de Toffoli, sócios de um resort ligado a um fundo investigado no caso.
- A oposição entrou com pedido de investigação à PGR, mas Toffoli não sinalizou que deixará a relatoria; a enquete questiona qual deve ser o caminho do relator.
O ministro Dias Toffoli, do STF, está no centro de controvérsias envolvendo o caso do Banco Master. Críticas internas e externas ganharam força após decisões consideradas atípicas no processo.
Relatório aponta que Toffoli decretou sigilo nas nomeações, realizou uma acareação sem precedentes e indicou pessoalmente quatro peritos da Polícia Federal para as investigações. Essas ações ampliaram o debate sobre a condução do caso.
A condução do processo também gerou suspeitas de conflito de interesse. Há ligações comerciais entre irmãos e um primo de Toffoli, ligados a um resort associado a um fundo investigado por fraude no caso Master. A defesa do STF nega interferência externa.
O caso permaneceu sob a relatoria de Toffoli, sob o argumento de que o nome de um deputado foi citado em uma coleta de provas, ainda que não haja indícios de envolvimento do parlamentar nas fraudes. A oposição questiona a origem das decisões.
Solicitação de investigação
A oposição protocolou, na PGR, um pedido de apuração sobre possíveis condutas do relator. Até o momento, Toffoli não sinalizou afastamento ou substituição na relatoria da ação. O tema segue em pauta nos debates do Judiciário.
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