- A Polícia Federal realizou busca e apreensão nesta sexta-feira na operação Barco de Papel, que envolve o presidente da RioPrevidência, Deivis Marcon Antunes.
- A investigação apura aportes de cerca de R$ 1 bilhão da autarquia no banco Master.
- A PF aponta suspeitas de operações financeiras irregulares que teriam exposto o patrimônio da RioPrevidência a risco elevado.
- A RioPrevidência é o órgão responsável pela gestão das aposentadorias e pensões dos servidores públicos do estado do Rio de Janeiro.
- A operação Barco de Papel mira esclarecer os fatos e apurar responsabilidades relacionadas aos recursos investidos.
O presidente da RioPrevidência, Deivis Marcon Antunes, é alvo de buscas e apreensões da Polícia Federal nesta sexta-feira. A ação ocorre no âmbito da operação Barco de Papel, que apura aportes de aproximadamente R$ 1 bilhão da autarquia no banco Master.
A PF investiga suspeitas de operações financeiras irregulares que expuseram o patrimônio da RioPrevidência, órgão responsável pela gestão das aposentadorias e pensões dos servidores públicos do estado do Rio de Janeiro. O objetivo é entender eventuais conflitos entre os ativos da autarquia e a instituição financeira.
A investigação envolve documentos e registros financeiros relacionados aos aportes ao Banco Master, cuja apuração pode abranger operações, contratos e repasses realizados pela RioPrevidência. As informações foram confirmadas pela autoridade policial e pela assessoria da PF.
A RioPrevidência não detalha, até o momento, as implicações administrativas internas ou desdobramentos para a gestão dos recursos dos servidores. A operação continua em andamento, com continuidade das medidas legais cabíveis.
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