- O ministro Dias Toffoli avisou que fica com o caso Master e que vai conduzi-lo “regularmente, com tranquilidade”, mesmo diante de críticas.
- Em nota, ele reagiu à rejeição do pedido de afastamento do processo pela Procuradoria-Geral da República, dizendo que o parecer de Paulo Gonet reafirma a regularidade da condução.
- Toffoli afirmou que todos os requerimentos da Polícia Federal e do Ministério Público Federal foram integralmente deferidos, com as investigações sob custódia dessas instituições.
- O ministro disse que não vai abrir mão do caso e lembrou que episódios de caronas em aeronaves envolvendo empresários não são inéditos na memória da corte.
- Ele confirmou novos depoimentos dos diretores do Master para a próxima semana e planeja outra conversa a portas fechadas com o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Passos Rodrigues, para alinhar pontos que ficaram evidentes.
O ministro Dias Toffoli decidiu permanecer com o caso Master no Supremo Tribunal Federal. Ele afirmou que vai enfrentar o processo e conduzi-lo com tranquilidade, caso precise. A decisão foi anunciada após parecer da PGR sobre o afastamento ser rejeitado pelos colegas.
Em nota sobre a rejeição do pedido de afastamento, Toffoli reforçou que o parecer de um colega indica a regularidade da condução. Ele apontou que todas as providências da PF e do Ministério Público Federal foram deferidas, e o material está sob custódia das autoridades responsáveis.
O ministro deixou claro que não abrirá mão do caso. Ele lembrou, de modo geral, que a corte já vivenciou episódios parecidos e que a situação atual não é inédita. Toffoli disse que não recuará diante de críticas.
Próximos depoimentos e agenda
A semana reserva novos depoimentos dos diretores do Master. Também haverá uma segunda conversa, a portas fechadas, com o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Passos Rodrigues. A pauta envolve decisões associadas à operação Compliance Zero.
Entre na conversa da comunidade