- A Polícia Federal retoma nesta terça-feira, 27, os depoimentos de investigados no inquérito sobre a compra do Banco Master pelo Banco Regional de Brasília.
- Os interrogatórios ocorrem nas dependências do Supremo Tribunal Federal, por determinação do relator do caso, o ministro Dias Toffoli.
- Estão previstos para esta terça os depoimentos de Robério Cesar Bonfim Mangueira, superintendente de operações financeiras do BRB; Luiz Antonio Bull, ex-diretor do Master; e Angelo Antonio Ribeiro da Silva, sócio do banco liquidado.
- Os interrogatórios começaram na segunda-feira, 26; até o momento, apenas Dário Oswaldo Garcia Junior, diretor do BRB, foi ouvido, enquanto Alberto Felix de Oliveira Neto, do Master, não respondeu às perguntas.
- A apuração faz parte da Operação Compliance Zero, que tramita no STF, e investiga também a possível venda de carteiras de crédito fraudadas pelo Master; o banco foi liquidado pelo Banco Central em novembro de 2025.
A Polícia Federal continua a ouvir investigados no inquérito sobre a compra do Banco Master pelo BRB. Os depoimentos desta terça-feira ocorrem nas dependências do Supremo Tribunal Federal, por determinação do relator, ministro Dias Toffoli. A ação faz parte da Operação Compliance Zero.
Nesta terça, foram convocados Robério Cesar Bonfim Mangueira, superintendente de operações financeiras do BRB; Luiz Antonio Bull, ex-diretor do Master; e Angelo Antonio Ribeiro da Silva, sócio do banco liquidado. As oitivas visam esclarecer o negócio envolvendo as duas instituições.
Os depoimentos de segunda-feira, 26, antecederam os encontros de hoje. Nessa etapa, apenas Dário Oswaldo Garcia Junior, diretor do BRB, foi ouvido pela delegada Janaina Palazzo. Outros citados requeriram nova data para prestar esclarecimentos.
Entre os investigados, Alberto Felix de Oliveira Neto, do Master, compareceu ao interrogatório, mas não respondeu às perguntas. Tirreno Henrique Souza Peretto e André Felipe de Oliveira Seixas Maia, do BRB, também solicitaram reagendamento.
O inquérito investiga a possível venda de carteiras de crédito fraudadas do Master ao BRB. As apurações tratam ainda de possíveis irregularidades no processo de aquisição da instituição pela Capital do Distrito Federal.
Além do STF, o Banco Central também acompanhou o caso, levando à liquidação do Master em novembro de 2025. O andamento da operação visa esclarecer responsabilidades envolvendo as partes envolvidas.
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