- A congresswoman Ilhan Omar foi atingida por um líquido de cheiro forte atirado por um homem com seringa durante uma audiência pública presencial em Minneapolis; o líquido tinha odor ácido.
- O agressor, Anthony James Kazmierczak, 55 anos, foi preso e autuado por agressão de terceiro grau, com perícia sendo realizada no local pela polícia de Minneapolis.
- Omar permaneceu falando por alguns minutos; o segurança dominou o homem e a multidão aplaudiu na saída do agressor.
- A congressista afirmou estar bem e não interrompeu a sessão, dizendo que não cede a intimidations e que volta para os eleitores.
- A polícia de Minneapolis e autoridades federais seguem com as investigações e medidas legais para coibir esse tipo de violência contra políticos; o caso ocorre em meio a preocupações com violência política.
Ola. Congressoide Ilhan Omar foi alvo de um ataque durante uma audiência pública em Minneapolis, na noite de terça-feira. Um homem armado com uma seringa sprayou uma substância de odor forte na congressista, que estava falando, em meio a um debate sobre segurança migratória e políticas de imigração.
O incidente aconteceu minutos após Omar iniciar a sabatina presencial no centro comunitário da região norte de Minneapolis. Testemunhas relataram que o líquido tinha cheiro ácido e foi lançado enquanto a congressista dirigia as perguntas à plateia. A segurança agiu rapidamente e o agressor foi contido.
O homem foi detido no local e encaminhado à cadeia do condado de Hennepin, sob acusação de agressão de terceiro grau. Pessoas presentes e peritos forenses foram chamados para avaliação da substância. A identidade dele foi confirmada como Anthony James Kazmierczak, 55 anos.
Após o ais, Omar continuou a sessão, recebida com aplausos ao fim da contenção. Ela afirmou que já enfrentou situações de risco e que não cede a intimidações, mantendo o foco no conteúdo do encontro. Ao deixar o local, publicou que está bem e agradeceu aos constituintes pelo apoio.
A sessão ocorreu em meio a uma onda de manifestações e reações políticas após um tiroteio ocorrido no fim de semana, em que uma funcionária de enfermagem foi ferida e houve reclamações sobre a atuação de autoridades federais. Escrutinio público envolvendo a chefe de Segurança Interna, Kristi Noem, também ganhou espaço.
Autoridades policiais locais destacaram que o ataque é inaceitável e afirmaram que a investigação segue com cooperação de parceiros federais para responsabilizar o agressor. O porta-voz Trevor Folke indicou que o caso está sob análise de crimes de agressão e procedimentos forenses.
Políticos de diferentes espectros se manifestaram sobre o episódio. Parlamentares democratas e republicanos destacaram que a violência contra autoridades eleitas não deve ocorrer e que o foco deve permanecer na segurança pública e no debate democrático.
O incidente eleva o debate sobre ameaças a representantes eleitos nos EUA. Dados da polícia do Capitólio indicam aumento de casos de ameaças e condutas agressivas contra membros do Congresso, familiares e assessores, em 2025. Autoridades reforçam a necessidade de respostas firmes e efetivas.
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