- A Assembleia Legislativa do Espírito Santo tem trinta deputados eleitos, mas paga subsídios a trinta e dois parlamentares.
- Dois secretários de Estado recebem salário como deputados mesmo após licença do Legislativo: Tyago Hoffmann (Saúde) e Bruno Lamas (SecTi).
- Hoffmann e Lamas tomaram posse na Aleps e, em seguida, se licenciaram para comandar suas pastas no governo estadual.
- O vencimento mensal de um secretário de Estado é de R$ 24.644,26, enquanto o de deputado é de R$ 34.774,64.
O Espírito Santo tem 30 deputados eleitos que atuam na Assembleia Legislativa (Ales), segundo o Portal da Transparência. A casa, no entanto, paga subsídios a 32 parlamentares, dois a mais do que prevê a Constituição.
Além dos deputados em exercício, o secretário de Estado de Saúde (Sesa), Tyago Hoffmann, e o de Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação Profissional (Secti), Bruno Lamas, também recebem vencimentos como deputados. Ambos tomaram posse na Ales e se licenciarm para comandar pastas do governo.
Cada secretário recebe mensalmente R$ 24.644,26 pela atuação no Executivo. Já o vencimento de deputado é de R$ 34.774,64. Assim, apesar da saída do Legislativo, optaram por manter os pagamentos da Ales.
Fontes oficiais destacam que o repasse adicional supera o teto previsto pela norma constitucional, o que tem provocado questionamentos sobre a conformidade com as regras de servidor público e afastamentos administrativos.
A reportagem ressalta a necessidade de apuração sobre como esses pagamentos são autorizados e quais medidas são adotadas para evitar desequilíbrios na folha de pagamento da Assembleia.
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