- O gabinete do ministro Dias Toffoli informou que o envio do caso Master à primeira instância será analisado apenas após o término das investigações da Polícia Federal.
- O comunicado indica que, encerradas as investigações, será possível examinar a remessa às instâncias ordinárias sem nulidades por foro por prerrogativa de função ou devido processo legal.
- O sigilo extremo imposto a Toffoli é para evitar vazamentos; o gabinete afirma que as investigações seguem normalmente e sem prejuízo às apurações.
- Segundo o texto, todos os pedidos de anulação formulados pelos investigados foram rejeitados e Toffoli negou um acordo sugerido pela defesa de Daniel Vorcaro.
- Este é o primeiro posicionamento público de Toffoli sobre o caso; o presidente do STF, Edson Fachin, já sinalizou a possibilidade de o caso ser transferido para a primeira instância.
O ministro Dias Toffoli, do STF, informou que o envio do caso Master à primeira instância só será analisado após o término das investigações da Polícia Federal. O objetivo é evitar nulidades relacionadas ao foro por prerrogativa de função ou à ampla defesa.
Segundo o gabinete, o sigilo extremo foi mantido para evitar vazamentos que pudessem atrapalhar as apurações. A nota afirma que as investigações seguem de forma regular, sem prejuízo ao andamento da apuração.
A comunicação também aponta que pedidos de anulação apresentados pelos investigados foram rejeitados. Além disso, Toffoli negou um acordo sugerido pela defesa de Daniel Vorcaro, dono do banco.
Esta é a primeira manifestação pública de Toffoli sobre o tema desde o início do inquérito. O relator enfrenta críticas e conflitos com a Polícia Federal desde o começo do caso Master.
Desdobramentos recentes
Segundo a nota, em dezembro de 2025 foram realizadas diligências urgentes para proteger o sistema financeiro e as pessoas envolvidas. Depoimentos ocorridos no dia 30 de dezembro incluíram Vorcaro, o ex-presidente do Banco de Brasília e o diretor de Fiscalização do BC.
A apuração envolve a liquidação do Master e possíveis desdobramentos em outras instituições. O material já foi encaminhado para avaliação do STF, com parecer favorável do Procurador-Geral da República.
O inquérito permanece sob sigilo, continuando a cumprir diligências já em curso. A Polícia Federal solicitou nova prorrogação do prazo por mais 60 dias, pedido que foi deferido pelo sistema.
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