- Fairshake fechou 2025 com US$ 193 milhões levantados, fortalecendo sua posição antes de votações sobre o marco regulatório de cripto e das eleições de meio mandato de 2026.
- Doadores significativos incluíram Ripple (US$ 25 milhões), Andreessen Horowitz (US$ 24 milhões) e Coinbase (US$ 25 milhões).
- O fundo reúne a rede com comitês afiliados, como Protect Progress (de esquerda) e Defend American Jobs (de direita), para apoiar candidatos de ambos os lados.
- Novos PACs ligados ao setor cripto intensificam a competição de gastos políticos nos Estados Unidos.
- Os analistas apontam que a agenda de regulação de ativos digitais pode atrasar para 2027 ou 2029, com atenção voltada às eleições de 2026.
O PAC Fairshake, ligado ao setor de criptomoedas, encerrou 2025 com 193 milhões de dólares arrecadados. A fatia reforça seu caixa de guerra à frente de votações no Congresso sobre legislação cripto e das eleições de meio de mandato de 2026 nos EUA. A rede também vídeo o objetivo de apoiar candidatos de diferentes partidos.
Doações de peso impulsionaram o montante. Ripple contribuiu com 25 milhões de dólares e a16z, braço de cripto da Andreessen Horowitz, 24 milhões. Em 2025, a Coinbase já havia doado 25 milhões, elevando o total anunciado até então a 141 milhões no início do ano.
Arrecadação e aliados
O total divulgado inclui o Fairshake e comitês ligados, como o Protect Progress, alinhado aos democratas, e o Defend American Jobs, apoiado pelos republicanos. A estrutura facilita apoiar candidatos de ambos os lados, segundo a campanha, para ampliar apoio a políticas de ativos digitais em Washington.
A operação de arrecadação já superou o que ocorreu no ciclo eleitoral de 2024, quando o PAC gastou cerca de 195 milhões de dólares. O dinheiro foi usado em grande parte em propaganda e apoio a candidatos pró-cripto, e parte significativa ocorreu antes das eleições de meio de mandato.
Panorama da legislação
A agenda regulatória envolve um projeto amplo de estrutura para ativos digitais, com primeira votação prevista no Senado. No entanto, o andamento enfrenta atraso devido a divergências entre comissões. Analistas veem maior probabilidade de avanço em 2027, com implementação possivelmente apenas em 2029.
Fontes indicam que o interesse político cresce à medida que novos PACs ligados ao setor aparecem. Entre eles, doações de grandes plataformas de câmbio e figuras da indústria mostram que a influência política neste tema está se ampliando.
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