- O governo decidiu novamente não conceder compensação às mulheres que nasceram na década de 1950 e foram prejudicadas pela mudança na idade de aposentadoria estatal.
- Estima-se que até 3,6 milhões de mulheres podem ter perdido direitos com as alterações, segundo a campanha Waspi.
- A Waspi afirma que continuará a luta, com assessoria jurídica e ações no parlamento e na justiça.
- O ministro do Trabalho e Pensões disse que um esquema de compensação único custaria até £ 10,3 bilhões e não seria justo ou prático direcionar apenas quem sofreu injustiça.
- A mudança na idade de aposentadoria para mulheres aumentou de 60 para 65 e depois para 66, impactando planejamentos financeiros de aposentadoria de diversas mulheres.
O governo decidiu novamente negar compensação às mulheres conhecidas como Waspi, ampliando a lista de até 3,6 milhões de pessoas que teriam sido prejudicadas pela mudança na idade de aposentadoria. A decisão foi anunciada pela última vez pelo governo.
As Waspi defendem que o aumento gradual da idade de aposentadoria para 65 e, posteriormente, para 66, prejudicou planejamentos de vida e finanças de mulheres nascidas na década de 1950. O movimento Waspi surgiu em 2015 para pedir reparação.
A confirmação ocorreu após revisão de evidências pelo secretário de Trabalho e pensão, Pat McFadden. O governo sustenta que um esquema de compensação único seria caro e injusto, destacando que a maior parte das beneficiadas já tinha conhecimento das mudanças.
Contexto histórico
A idade de aposentadoria das mulheres subiu de 60 para 65 entre 2010 e 2018, com novo ajuste para 66 até 2020. As críticas apontam que o planejamento financeiro de muitas usuárias foi derrubado pela mudança acelerada.
Angela Madden, presidente do Waspi, afirmou que o grupo está buscando aconselhamento jurídico e manterá todas as opções abertas para reivindicar justiça. O movimento avalia ações em parlamento e no judiciário.
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