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Gregory Bovino é acusado de debochar da fé judaica de procurador de Minnesota

Bovino, demitido recentemente, debochou da fé judaica do procurador dos EUA em Minnesota durante ligação com promotores

Gregory Bovino with federal agents outside a convenience store in Minneapolis, Minnesota, on 21 January.
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  • Gregory Bovino, 55 anos, foi demitido do cargo de comandante da patrulha de fronteira e, segundo relatos, fez comentários sarcásticos sobre a fé judaica do procurador dos EUA em Minnesota, Daniel Rosen, durante uma ligação com procuradores em janeiro, usando o termo “chosen people” enquanto Rosen observava o Shabbat.
  • A ligação, em 12 de janeiro, ocorreu após Bovino solicitar uma reunião para pressionar o escritório do procurador de Minnesota a adotar postura mais firme contra a criminalização de pessoas que, segundo ele, dificultavam a atuação dos agentes federais na imigração.
  • Rosen repassou a ligação a um vice-procurador e, na conversa com vários procuradores, Bovino afirmou que Rosen era de difícil contato durante o fim de semana por causa do Shabbat.
  • O DHS, o DoJ e o escritório de Rosen em Minnesota não comentaram o caso de imediato.
  • Bovino tornou-se uma das figuras mais visíveis da ofensiva de imigração da administração Trump, que já incluiu ações em cidades como Los Angeles e Chicago, além de Minneapolis, onde ocorreu a demissão após polêmicas ligadas ao caso de Alex Pretti, enfermeiro de 37 anos morto em confronto com agentes.

Gregory Bovino, oficial de fronteiras dos EUA, foi demitido recentemente e é alvo de denúncias de desrespeito religioso. Segundo reportagens, ele fez comentários sarcásticos sobre a fé judaica do procurador dos EUA de Minnesota, Daniel Rosen, em uma ligação com prosecutors no início de janeiro.

A conversa, registrada em 12 de janeiro, ocorreu após Bovino solicitar uma reunião para pressionar a agência a adotar posição mais dura contra quem ele atribuía obstruir a atuação de agentes federais na restrição migratória. Rosen repassou a chamada a um assessor, com vários promotores presentes.

Em meio à discussão, Bovino repreendeu a dificuldade de contato com Rosen no fim de semana por causa do Shabbat e usou de tom ácido a expressão escolhidos para se referir ao grupo, segundo informações do New York Times. DHS e DoJ não comentaram o caso de imediato.

Contexto dos desdobramentos recentes

Bovino, de 55 anos, tornou-se uma figura pública na cruzada de imigração da administração Trump, atuando em cidades como Los Angeles, Chicago e, mais tarde, em Minneapolis. O episódio de 12 de janeiro ocorreu após ele ter se envolvido em controvérsias ligadas ao caso de Alex Pretti, enfermeiro morto por agentes de fronteira.

Pretti foi morto em 24 de janeiro durante filmagens de oficiais de imigração em Minneapolis. A defesa de Bovino alegou que ele pretendia massificar a ação contra agentes, em meio a protestos após o episódio. As investigações sobre o caso estão em andamento e não há conclusão anunciada.

Na sequência, a administração demitiu Bovino do cargo de comandante de fronteira na região central e o removeu de Minneapolis. Tom Homan assumiu a chefia da operação de imigração no Minnesota e indicou que melhorias seriam feitas, sem detalhar ações específicas.

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