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Alcolumbre defende prerrogativas e autoridade do Congresso

Alcolumbre defende prerrogativas do Congresso em meio à tensão entre Poderes; independência e diálogo com Executivo e Judiciário, enquanto STF analisa emendas

Davi Alcolumbre comanda a sessão do Congresso Nacional destinada à deliberação do Projeto de Lei do Congresso Nacional n° 2 de 2025 (PLDO 2026). Foto: Jonas Pereira/Agência Senado
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  • O presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, defendeu nesta segunda-feira, dois de fevereiro, a luta pelas prerrogativas de deputados e senadores e pela autoridade do Legislativo.
  • O discurso ocorreu na sessão de abertura dos trabalhos do Legislativo em 2026, destacando a necessidade de diálogo entre Executivo, Legislativo e Judiciário.
  • Alcolumbre afirmou que a defesa da paz não significa omissão e que o Congresso atuará com independência, buscando diálogo com os demais poderes.
  • A fala evidencia a tensão entre os três poderes, com o STF analisando irregularidades na indicação de emendas parlamentares no primeiro semestre.
  • O senador também criticou a decisão de indicar Jorge Messias ao STF, alegando preferir a nomeação de Rodrigo Pacheco; cabe ao Senado sabatinar a escolha.

O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre, defendeu nesta segunda-feira (2) a luta pelas prerrogativas de deputados e senadores e pela autoridade do Parlamento, durante a abertura dos trabalhos em 2026.

Ele ressaltou a necessidade de diálogo, bom senso e paz entre os Poderes, ressaltando que paz não significa omissão. O discurso enfatizou que o Congresso atuará com independência.

Alcolumbre destacou que o objetivo é manter o equilíbrio entre Executivo, Legislativo e Judiciário, com cada Poder cumprindo sua função. A estabilidade nacional depende do respeito mútuo entre as esferas.

Desdobramentos

O conteúdo do discurso ocorreu em meio a tensões entre os Poderes, com assuntos que envolvem o Supremo Tribunal Federal. Ministros devem julgar, no primeiro semestre, questões sobre irregularidades em emendas parlamentares.

O senador também reagiu a uma decisão do presidente Lula ao indicar o advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma vaga no STF, ao mesmo tempo em que havia defendido a nomeação do senador Rodrigo Pacheco para o mesmo cargo. O Senado é responsável pela sabatina e pela votação da escolha.

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