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Fachin abre o Ano Judiciário e anuncia debate sobre Código de Ética no STF

Fachin anuncia debate sobre Código de Ética no STF neste ano; Cármen Lúcia será relatora, em meio a questionamentos sobre a conduta da Corte

Ministro Edson Fachin em sessão plenária do STF.
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  • O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, anunciou que o STF discutirá o Código de Ética para a magistratura neste ano, com a ministra Cármen Lúcia como relatora, na abertura do Ano Judiciário nesta segunda-feira, 2.

  • Fachin informou que houve conversas reservadas com ministros, em meio à crise do caso Banco Master, para discutir um código de conduta.

  • Ele destacou que os ministros respondem pelas escolhas que fazem e que o compromisso com a instituição os une.

  • Entre os temas de 2026, o STF mencionou o enfrentamento à violência contra a mulher e ações do Conselho Nacional de Justiça, incluindo a redução do prazo para análise de medidas protetivas para até 48 horas.

  • Em ano eleitoral, Fachin reforçou a importância de dialogar com os demais Poderes para preservar as instituições do Estado e a democracia.

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, anunciou que o STF vai debater o Código de Ética da magistratura neste ano, com a ministra Cármen Lúcia na relatoria. A declaração ocorreu na abertura do Ano Judiciário.

Na semana anterior, Fachin informou que conversou individualmente com cada ministro para tratar do tema, em meio a questionamentos sobre a conduta da Corte. A iniciativa partiu do próprio presidente.

Contexto institucional

Fachin destacou que as escolhas dos ministros precisam ser transparentes e que o compromisso ético sustenta a instituição. Também ressaltou que a união entre magistrados é essencial para a legitimidade do sistema.

A agenda para 2026 inclui ações de combate à violência contra a mulher e iniciativas do Conselho Nacional de Justiça, entre elas reduzir para 48 horas o prazo de análise de medidas protetivas.

Em ano eleitoral, o ministro enfatizou a necessidade de diálogo com os demais Poderes para preservar as instituições e a democracia, mantendo o STF atento aos chamados da sociedade.

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