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Fachin: é tempo de ponderação e autocorreção; mantém código de ética do STF

Fachin anuncia Código de Ética no STF, reforça independência, segurança jurídica e responsabilidade institucional para as eleições de 2026

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Foto: Reprodução
  • Fachin afirmou que o momento do país e do STF é de ponderações e autocorreção, e reiterou o compromisso com um Código de Ética para a Corte.
  • Durante a abertura do ano no STF, ele informou que a ministra Cármen Lúcia será a relatora da proposta do Código de Ética e destacou a ideia de promover debate sobre integridade e transparência.
  • Disse que, em momentos críticos, o STF atuou para impedir erosões constitucionais e que o Brasil tem lições de democracia, com eleições livres e respeito à Constituição.
  • Anunciou a criação de um painel nacional sobre a criminalidade organizada e reforçou o papel do STF na segurança pública e nas eleições de 2026.
  • Ressaltou a independência do Judiciário, a luta contra desinformação e a necessidade de fortalecer instituições, mantendo a Justiça equidistante em ano eleitoral.

O presidente do STF, Luiz Edson Fachin, afirmou nesta segunda-feira (2) que o país e a Corte vivem um momento de ponderações e autocorreção. Ele reiterou o compromisso de elaborar um Código de Ética para o tribunal. A fala ocorreu durante a abertura do ano judiciário no Supremo.

Fachin ressaltou que, em momentos críticos, o STF atuou para conter erosões constitucionais. Disse ainda que o Brasil tem lições de democracia a oferecer, com eleições preservadas e respeito à Constituição.

Relatoria e transparência

O ministro anunciou que Carmen Lúcia será a relatora da proposta de Código de Ética do STF. Destacou o objetivo de promover o debate sobre integridade e transparência dentro da Corte.

Segurança jurídica e eleições

Ele reforçou o compromisso com a segurança jurídica e a melhoria institucional. A Justiça deve se manter equidistante num ano eleitoral com eleições livres, seguras e limpas.

Compromisso institucional

Fachin afirmou que, enquanto presidente, haverá um debate institucional sobre integridade e transparência. A meta é fortalecer as instituições, incluindo a adoção de um Código de Ética para o tribunal.

Momento de adversidade e consenso

O ministro destacou que momentos difíceis exigem ações, não apenas discursos. Explicou que união não implica unanimidade e que é preciso construir consenso no colegiado.

Combate à criminalidade e eleições de 2026

O pronunciamento abordou combate ao crime organizado com respostas céleres. Anunciou a criação de um painel nacional sobre o tema e destacou o papel do STF na segurança pública e nas eleições de 2026.

Independência e credibilidade

Fachin afirmou que o STF deve manter a independência do Judiciário, evitar abusos de desinformação e sustentar a credibilidade institucional em meio ao processo eleitoral.

Lições democráticas e prestação de contas

Foi ressaltado que o Brasil tem lições de democracia e que a Constituição impõe a prestação de contas. O objetivo é oferecer segurança jurídica com legitimidade.

Processos da sociedade e equilíbrio institucional

Por fim, o ministro enfatizou a necessidade de recuperar a capacidade de processar as demandas da sociedade, mantendo equilíbrio institucional e respeito às instituições.

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