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Farnham questiona a eliminação gradual de carros a gasolina e diesel

Chefe de governo de Jersey duvida da viabilidade de eliminar carros a gasolina até 2030, citando custos, recarga e adoção lenta de veículos elétricos

Deputy Lyndon Farnham said Jersey could be "moving faster than the market"
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  • O ministro-chefe de Jersey questionou a meta de eliminar carros a gasolina e diesel até 2030, dizendo que pode não ser viável.
  • As preocupações incluem lenta adoção de veículos elétricos, custos elevados e limitações na infraestrutura de recarga.
  • A manifestação ocorreu antes do encerramento de uma consulta pública sobre o tema.
  • A partir de 2030, moradores não poderão importar ou registrar veículos movidos a gasolina ou diesel, conforme o Roteiro Carbono Neutro, com meta de emissões líquidas zero até 2050.
  • Farnham pediu uma transição prática em fases, para que a população se adapte sem prazos irreais, mantendo investimentos em infraestrutura e redução de emissões.

O governo de Jersey adiou por dúvidas a implementação da fase de desativação de carros a gasolina e diesel, prevista para 2030. O recorte é parte da Estratégia de Carbono Neutro, voltada a reduzir emissões até 2050. A contenção de viaturas movidas a combustíveis fósseis foi anunciada pelo governo.

O principal representante é o chefe de governo Lyndon Farnham, que reconhece a meta como importante, mas afirma que o cronograma pode não ser exequível. Entre as preocupações estão a baixa adesão a veículos elétrificados, custos elevados e limitações na infraestrutura de recarga.

A proposta de 2030 estabelece que, a partir daquele ano, não será mais possível importar ou registrar veículos a gasolina ou diesel. O objetivo é reduzir emissões e avançar rumo à neutralidade de carbono, conforme o roteiro governamental publicado.

O debate ocorreu antes do encerramento de uma consulta pública sobre o tema, com o governo reiterando a necessidade de uma transição gradual e prática. Farnham defende um ritmo que permita adaptação financeira e logísticas.

Especialistas ouvidos em momentos anteriores destacam a importância de equilibrar custos, infraestrutura e prioridades públicas. Em 2025, avaliações apontaram desafios, mas também avanços na política climática de Jersey.

Contexto e cronograma

  • A meta de 2030 está ligada ao documento de referência sobre clima, que orienta ações para reduzir gases de efeito estufa. A integração de incentivos e condições de apoio é citada como parte da estratégia.

Desdobramentos futuros

  • O governo manterá a avaliação de viabilidade técnica e econômica da transição, com participação da comunidade. Novos dados sobre custos, infraestrutura e demanda devem embasar decisões posteriores.

Fontes oficiais e avaliações públicas devem embasar os próximos passos, com o objetivo de manter Jersey alinhada a compromissos ambientais sem comprometer serviços públicos e mobilidade.

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