- O Ministério Público Federal pediu à Justiça o bloqueio patrimonial de R$ 1 bilhão da Vale após o extravasamento na mina de Fábrica, em Ouro Preto (MG).
- O incidente ocorreu na madrugada de domingo, e as transbordas teriam sido provocadas pelas fortes chuvas da semana anterior.
- Além da água, rejeitos da mineração também alcançaram o rio Maranhão, segundo autoridades de Minas Gerais.
- A Vale informou que apresentará sua defesa dentro do prazo legal.
- Em resposta, o governo de Minas Gerais ampliou a multa ambiental para R$ 3,3 milhões, citando reincidência em Brumadinho (agosto de 2023).
O Ministério Público Federal requisitou à Justiça o bloqueio patrimonial de até R$ 1 bilhão da Vale, após o extravasamento ocorrido na madrugada na mina de Fábrica, em Ouro Preto, Minas Gerais. A Vale comunicou, na noite de domingo, que o MPF moveu tutela cautelar antecedente para evitar o agravamento de danos ambientais.
A empresa informou que apresentará defesa dentro do prazo legal. Autoridades de Minas Gerais indicaram que, além da água, rejeitos da operação de minério de ferro atingiram o rio Maranhão. Transbordamentos foram atribuídos às fortes chuvas que ocorreram no dia e na semana anteriores ao incidente.
Além disso, o governo de Minas Gerais anunciou, na sexta-feira, que elevou a multa por danos ambientais causados pelo extravasamento para R$ 3,3 milhões, considerando reincidência pela ocorrência anterior em Brumadinho, em agosto de 2023.
Medidas e Contexto
O bloqueio proposto pelo MPF, de acordo com a Vale, visa prevenir danos ambientais adicionais. A mineradora manterá as defesa dentro do prazo previsto em lei. As autoridades mineiras seguem acompanhando os impactos ambientais e as medidas de mitigação.
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