- O ministro da Casa Civil, Rui Costa, minimizou o encontro entre o presidente Lula e Daniel Vorcaro, dono do banco Master, ocorrido fora da agenda oficial.
- Costa disse que Lula “recebe institucionalmente todos os atores econômicos” e citou contatos com presidentes de bancos, empresários e entidades.
- O chefe da Casa Civil afirmou que, se uma autoridade recebida irregularmente cometer erros, isso não inviabiliza o presidente.
- Costa disse que o governo não orientou a instalação de uma CPI para investigar a atuação do Master e que cabe ao Parlamento decidir o formato da investigação.
- Ele evitou críticas ao Banco Central sobre a fiscalização do Master e disse não ter elementos para julgar detalhes da situação.
O ministro da Casa Civil, Rui Costa, minimizou nesta segunda-feira 2 a reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Daniel Vorcaro, dono do banco Master. Segundo Costa, Lula recebe institucionalmente todos os atores econômicos.
O chefe da Casa Civil afirmou que o presidente recebeu diversos presidentes de bancos, empresários da agricultura e representantes de entidades, como do MST, entre outros. Ele reforçou que a presença de uma autoridade no Planalto não implica automaticamente problemas para o presidente.
Costa disse que, se alguém recebida no Planalto vier a cometer erros, isso não inviabiliza o governo. Também afirmou que o Executivo não orienta o Congresso sobre a instalação de uma CPI para investigar o Master.
Contexto do encontro
Ao ser questionado sobre a atuação do Banco Central na fiscalização do Master, o ministro disse não ter elementos para avaliar detalhes. Ele ressaltou que agentes concursados avaliam a situação financeira de instituições financeiras diariamente.
A reunião ocorreu em 4 de dezembro de 2024, fora da agenda oficial, segundo a coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo. Além disso, o portal Poder360 informou que Vorcaro esteve no Planalto em outras três ocasiões.
Entre na conversa da comunidade