- A CPI do Crime Organizado inicia 2026 com a oitiva do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, prevista para terça-feira, dia 3.
- O convite foi apresentado pelo relator, senador Alessandro Vieira, e faz parte da estratégia de ouvir gestores estaduais responsáveis pela segurança pública.
- A oitiva pretende debater combate à lavagem de dinheiro, descapitalização de facções e a infiltração do crime organizado em setores da economia e do Estado.
- A comissão busca entender a atuação das facções, entraves ao enfrentamento e políticas públicas e estratégias de inteligência que tenham melhores resultados.
- Mesmo com índices de homicídio no DF considerados controlados, o foco inclui a necessidade de cooperação entre governadores e secretarias de segurança para enfrentar a criminalidade.
A CPI do Crime Organizado inicia 2026 com a oitiva do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, marcada para esta terça-feira, 3, no Senado Federal. O objetivo é esclarecer a atuação de estruturas criminosas, com foco em políticas de segurança pública. A sessão ocorre de modo remoto ou presencial, conforme agenda da comissão.
O convite foi apresentado pelo relator, senador Alessandro Vieira, e integra a estratégia da CPI de ouvir gestores estaduais responsáveis pela formulação e execução de políticas de segurança. Oitiva visa aprofundar o tema no âmbito nacional.
A expectativa é discutir combate à lavagem de dinheiro, descapitalização de facções e prevenção da infiltração do crime organizado em setores da economia e do Estado. O DF é estratégico por sediar Poderes da República, apontando para vulnerabilidades específicas.
Contexto da CPI
Instalada no Senado para investigar estrutura, operação e redes de influência do crime organizado, a comissão busca entender como atuam facções, entraves ao enfrentamento e políticas públicas eficazes. Também pretende subsidiar propostas legislativas.
Ao longo dos trabalhos, a comissão pode indicar medidas de alcance nacional para fortalecer a segurança pública, com foco em cooperação entre governadores, secretarias de segurança e órgãos de inteligência. O objetivo é consolidar ações integradas.
Entre na conversa da comunidade