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MPs do governo amamentaram votar contra a emenda que limitava as divulgações sobre a nomeação de Mandelson como embaixador; o governo pode revisar a própria emenda.
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Angela Rayner e Meg Hillier pedem que o Comitê de Inteligência e Segurança tenha poder de revisar os documentos antes da publicação.
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O debate ocorreu após o governo apresentar uma emenda que permitiria ao secretário de Estado da pasta cancelar a divulgação de documentos por razões de segurança nacional ou relações internacionais.
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O premier Starmer afirmou que Mandelson mentiu sobre o relacionamento com Jeffrey Epstein e que quer que a casa veja a documentação completa.
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O presidente do ISC, Kevan Jones, e membros de diferentes partidos pressionam para que o ISC dite o que deve ser publicado, não o gabinete, com o governo sinalizando disposição de reescrever a emenda.
Labour MPs indicam que vão votar contra o adendo do governo que restringe divulgações sobre a nomeação de Peter Mandelson como embaixador. O objetivo é manter a possibilidade de revisão pelo ISC antes da publicação dos documentos.
A deputada Angela Rayner e a presidente da Comissão de Tributação Meg Hillier defenderam que o Comitê de Inteligência e Segurança examine os documentos previamente. A artilharia política cresce dentro do Partido Trabalhista.
O governo propôs ampliar exceções para não divulgar informações que comprometam a segurança nacional ou relações internacionais. Revoltados, parlamentares argumentam que a medida é ampla demais e pode ocultar irregularidades.
Revés político e andamento do caso
Rayner questiona a necessidade de manter controle exclusivo sobre a publicação. Sunu sobre o papel do ISC, a deputada sugere que o comitê supervise a divulgação para manter a confiança pública.
Starmer afirmou que Mandelson mentiu sobre a relação com Jeffrey Epstein, enquanto o primeiro-ministro pediu uma revisão de todo o material antes da divulgação. A polícia metropolitana investiga possível conduta inadequada em público.
Ministros estudam reescrever o adendo para incluir o ISC no processo decisório. Fontes indicam que Clero e membros do governo querem evitar que a disputa se torne política. O ISC é chefiado por Kevan Jones, com participação de membros de diversos partidos.
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