- A ministra Isabel Gallotti pediu saída da comissão criada pelo STJ para apurar denúncia de assédio envolvendo o ministro Marco Buzzi.
- Além de Gallotti, integram a comissão os ministros Raul Araújo e Antônio Carlos Ferreira; ainda haverá sorteio para preencher a vaga restante.
- A sindicância para apuração foi instaurada pelo STJ, após a denúncia envolvendo Buzzi ter virado tema administrativo.
- A vítima, de dezoito anos, relatou o caso ocorrido em Balneário Camboriú, durante férias de janeiro; boletim de ocorrência foi registrado.
- Buzzi nega as acusações e pediu licença médica; o caso pode tramitar também no Supremo Tribunal Federal devido ao foro por prerrogativa de função.
A ministra Isabel Gallotti, do STJ, pediu saída da comissão preparada para apurar a denúncia de assédio envolvendo o ministro Marco Buzzi. A decisão foi comunicada ao presidente do STJ. A apuração já tinha sido instaurada pelo Tribunal.
Além de Gallotti, integram a comissão os ministros Raul Araújo e Antônio Carlos Ferreira. Ainda há vaga a ser preenchida com outro sorteio, para substituir a integrante que se afastou.
A denúncia envolve suposto assédio de Buzzi a uma jovem de 18 anos, ocorrida durante as férias de janeiro em Balneário Camboriú, Santa Catarina. A vítima contou o que viveu aos pais, que registraram boletim de ocorrência.
A família da vítima estava hospedada na casa de praia do ministro. O caso foi registrado na polícia, e o boletim foi encaminhado às autoridades competentes.
A jovem prestou depoimento ao CNJ nesta semana, com início por volta das 10h30 e duração superior a duas horas. O depoimento descreveu os acontecimentos relatados.
Além do procedimento no CNJ, a denúncia pode tramitar no STF, devido ao foro por prerrogativa de função de Buzzi. A denúncia foi encaminhada à Corte, sob a relatoria de Kassio Nunes Marques.
Buzzi negou as acusações em nota pública, afirmando não haver fato que configure assédio ou conduta imprópria. O ministro também comunicou licença médica após as denúncias divulgadas.
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