- Após a proibição de visitas de Valdemar Costa Neto a Bolsonaro, Moraes negou o acesso em janeiro por riscos às investigações.
- Nesta quinta-feira, o líder do bloco de oposição no Senado, Wellington Fagundes, se reúne com o procurador-geral Paulo Gonet para tentar liberar a visita.
- Valdemar Costa Neto está preso no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, em uma sala de Estado-Maior; Bolsonaro cumpre prisão em regime fechado.
- Parte do PL entende que a proibição desequilibra a disputa eleitoral e dificulta as articulações sem diálogo direto com Bolsonaro; Flávio Bolsonaro atua como porta-voz do pai.
- Fagundes já acionou o STF para falar com o ministro Gilmar Mendes e defende prisão domiciliar humanitária para Bolsonaro.
Após a proibição de visitas solicitada pelo procurador-geral, Valdemar Costa Neto, presidente do PL, busca apoio para permitir encontro com Jair Bolsonaro. O objetivo é reverter a decisão que impede o contato com o ex-presidente. O encontro ocorreu nesta quinta, 5 de fevereiro.
A proibição foi decretada no final de janeiro pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF. Valdemar Costa Neto está preso em Brasília, sob suspeita de envolvimento em esquema que investiga planos golpistas. O local da prisão é a Papuda, em Brasília.
Parte do PL avalia que a medida dificulta a orientação do partido para as eleições. Flávio Bolsonaro tem atuado como porta-voz do pai, em meio a disputas internas e críticas públicas a alianças locais.
Contorno jurídico e político
Além de buscar apoio com Gonet, Wellington Fagundes também tratou do tema com o ministro Gilmar Mendes, no STF. A defesa tem como argumento que a proibição desequilibra a agenda eleitoral do PL, ao limitar contatos com Bolsonaro.
A pauta envolve a busca por uma solução que permita diálogo direto entre o PL e o ex-presidente. A estratégia inclui pressionar o STF a reavaliar restrições para facilitar negociações internas do partido.
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