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Starmer pede desculpas às vítimas de Epstein, diante de escândalo Mandelson

Starmer pede desculpas às vítimas de Epstein e encara escândalo com Mandelson, reconhecendo ter acreditado nas mentiras na nomeação do embaixador dos EUA

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  • Keir Starmer pediu desculpas às vítimas de Jeffrey Epstein pelas mentiras que, segundo ele, acreditou de Peter Mandelson ao nomeá-lo embaixador dos EUA.
  • Ele pediu desculpas pela forma pública como o escândalo se desenrolou, mas não por nomear Mandelson sabendo da relação dele com Epstein.
  • O pedido de desculpas ocorreu após um dia conturbado na Câmara, com deputados trabalhistas ameaçando se rebelar sobre documentos da nomeação de Mandelson.
  • O governo recuou, permitindo que um comitê parlamentar supervise a publicação dos documentos, em vez de decisões de funcionários civis sêniores.
  • MPs passam a pressionar pela demissão do chefe de gabinete de Starmer, Morgan McSweeney, ou pela própria renúncia do premiê, enquanto este busca fortalecer a imagem de probidade.

Keir Starmer pediu desculpas às vítimas do abuso sexual de Jeffrey Epstein, buscando recompor a liderança após um dia turbulento no Parlamento. O premiê afirmou que lamenta ter acreditado em supostas mentiras ditas por Peter Mandelson quando o nomeou embaixador em Washington, e pela forma como o caso foi apresentado publicamente.

Ele deixou claro, porém, que não se desculparia pela nomeação em si, mesmo sabendo que Mandelson mantera relação com Epstein após a prisão por tráfico de menor. A fala ocorreu em meio a críticas fortes no plenário, com deputados do Labour pressionando pela divulgação de documentos sobre a nomeação.

O dia no Parlamento também levou o governo a ceder em meio a pressões, aceitando que uma comissão supervisione a publicação dos documentos em vez de autoridades civis, segundo apuração de temperamento político. O episódio aumentou as cobranças sobre o chefe de gabinete, Morgan McSweeney, com pedidos de demissão.

Contexto

Starmer destacou que as vítimas viveram traumas profundos e que não deveriam reviver o caso repetidamente. Disse ainda que entrou na política para promover mudanças, justiça e segurança públicas, ressaltando que há servidores públicos guiados por serviço e dever, ao contrário de quem usou o cargo para interesses.

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