- O político do Labour, Simon Opher, pediu um “clearout” de assessores no nº 10, citando a nomeação de Peter Mandelson como embaixador dos EUA como motivo de preocupação.
- Opher disse que há raiva entre os deputados do Labour e que o foco deveria ser planos de cuidado de câncer, não Mandelson.
- O pedido inclui a saída de Morgan McSweeney, chefe de gabinete de Keir Starmer, que pressionou pela nomeação de Mandelson.
- Até o momento, o nº 10 resistiu a demitir McSweeney, segundo reports.Alguns colegas pedem mudanças na equipe.
- Opher afirmou que, se o próprio chefe de gabinete tivesse feito isso, ele provavelmente estaria buscando outro emprego.
Keir Starmer enfrenta mais turbulência no governo trabalhista após a decisão de indicar Peter Mandelson como embaixador nos EUA, gerando críticas internas. A mudança ocorre em meio a embates sobre a condução da equipe de Number 10.
Um assessor próximo a Starmer, Morgan McSweeney, que defendeu a nomeação de Mandelson, permanece no cargo, apesar da pressão interna para demissão. A posição de McSweeney é alvo de desaprovação entre parte dos deputados do Labour.
Durante entrevista no Today, o deputado Simon Opher apontou para a necessidade de um “clearout” de assessores em Downing Street, sugerindo especificamente a saída de McSweeney. Opher afirmou que a atenção pública deveria seguir para políticas, como a proposta de cuidado oncológico, e não para a nomeação de Mandelson.
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