- PT vai definir nomes para o Senado e estratégia eleitoral nas principais cidades durante o aniversário de 46 anos, em Salvador (BA).
- Bastidores devem concentrar-se na reeleição de Lula e em manter o partido fora do papel de status quo.
- No Rio de Janeiro, a prioridade é apoiar Lula, conforme a estratégia delineada pelo diretório fluminense.
- Em São Paulo, a disputa para o Senado é ligada ao governo estadual; o partido avalia candidatura de Marina Silva e apoio a Simone Tebet.
- Lula afirmou ao UOL que busca Rodrigo Pacheco para Minas Gerais; ato de encerramento do evento ocorre no sábado, com expectativa de conversão de indicadores econômicos em votos a partir de agosto.
Nos bastidores do aniversário de 46 anos do PT, em Salvador (BA), o partido discute nomes para o Senado e estratégia eleitoral para as principais cidades. O planejamento envolve definir candidaturas e alianças locais para a corrida de 2026, segundo integrantes ouvidos pelo UOL.
O tema central é a estratégia para a reeleição de Lula, com foco em evitar que o PT seja visto como parte do status quo. A discussão ocorreu no primeiro dia do evento e envolve ajustes na narrativa e no palanque.
Além disso, a direção estadual do Rio de Janeiro já sinaliza prioridade para Lula, com a definição de alianças locais. A meta é consolidar a candidatura do presidente nas vias estratégicas do estado.
Agenda do encontro
As conversas incluem a disputa pelo Senado em São Paulo, onde o PT avalia duas vagas em aberto. O partido avalia filiar Marina Silva e apoiar Simone Tebet como possibilidades para o eixo paulista.
Desafios em São Paulo
A campanha em São Paulo é vista como complexa, diante da força de Tarcísio de Freitas, hoje com alta aprovação, o que complica a viabilização de palanque para Lula no estado.
Cenário nacional
Ao UOL, Lula declarou que ainda busca convencer Rodrigo Pacheco a ser candidato ao governo de Minas Gerais, considerado palanque estratégico pela presidência. O senador não confirmou a decisão até o momento.
Participação de ministros
O encontro reúne, entre outros, os ministros Haddad (Fazenda), Boulos (Secretaria-Geral da presidência), Margareth Menezes (Cultura), Rui Costa (Casa Civil) e Sidônio Palmeira (Secretaria de Comunicação Social). As participações ocorrem em diferentes mesas até o encerramento no sábado.
Expectativas para a campanha
A expectativa é de que dados positivos da economia se convertem em apoio eleitoral quando a campanha oficial começar em agosto. Indicadores como desemprego e inflação são apontados como base para a estratégia de comunicação.
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