- Rumble voltou a ficar disponível no Brasil um ano após ser proibida pelo STF.
- Os relatos de retorno surgiram na quinta-feira 5; na sexta-feira 6, o acesso permanecia disponível por volta das 8h (horário de Brasília).
- O advogado da empresa nos Estados Unidos, Martin De Luca, afirmou não ter sido informado sobre mudanças nas decisões judiciais e comemorou o retorno.
- O STF ainda não se posicionou sobre o caso; a proibição foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, com aprovação unânime da Primeira Turma, por não indicar representante legal, não pagar multas e descumprir decisões.
- Moraes disse que houve abuso na liberdade de expressão para divulgação de discursos de ódio e atentados à democracia, associando a plataforma a atos de 8 de janeiro de 2023.
A rede social Rumble voltou a funcionar no Brasil quase um ano após ser proibida pelo Supremo Tribunal Federal. A circulação do retorno começou nesta quinta-feira (5) e, na manhã de sexta (6), o acesso permaneceu estável, por volta das 8h no horário de Brasília.
O representante jurídico da empresa nos EUA, Martin De Luca, afirmou não ter sido notificado sobre mudanças nas decisões do caso, mas celebrou a recuperação de acesso no Brasil. Ele disse que não houve ordem oficial de suspensão ou de multas diárias.
O STF informou que não há posicionamento divulgado até o momento. A proibição, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, alegou violação a decisões judiciais e à exigência de um representante legal, com base em relatos de uso indevido da plataforma.
O Rumble foi fundado em 2013 e é apresentado pelo CEO Chris Pavlovski como plataforma de vídeos “imune à cultura do cancelamento”. Perfis de apoiadores de determinados líderes têm migrado conteúdos para a plataforma, segundo relatos.
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