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Sánchez comenta caso de assédio em Móstoles e critica o PP

Sánchez acusa o PP de dar lições ao defender o acusado em Móstoles, enquanto pesquisas projetam socialistas com 17 cadeiras e PP avança dois em relação a 2023

El presidente del Gobierno y secretario general del PSOE, Pedro Sánchez, con la candidata socialista, Pilar Alegría; y la líder del partido en Zaragoza, Teresa Ladrero; este viernes en el acto de cierre de campaña en Zaragoza.
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  • Pedro Sánchez criticou a reação do Partido Popular ao caso de assédio em Móstoles e pediu a demissão do alcalde e da cúpula do PP de Madrid, dizendo que o partido apoiou o acusado e não a vítima.
  • O PSOE reforçou o canal de denúncias antiacoso após a polêmica sobre a demora dos órgãos internos, que coincidiu com a crise na eleição na Extremadura.
  • No último comício da campanha em Aragão, Sánchez abriu com propostas de pacto de Estado contra mudanças climáticas e atacou os chamados “tecnooligarcas”, defendendo medidas para proteger menores nas redes sociais.
  • O Partido Popular fechou a campanha em Zaragoza com o grupo Los Meconios; o ato incluiu críticas a Sánchez e menções a Vita Quiles, atraindo atenção de eleitores de ultradireita.
  • Pesquisas indicam o pior resultado histórico para o PSOE em Aragão, com expectativa de 17 assentos, enquanto o PP pode ganhar dois lugares em relação a 2023.

O presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez, criticou a reação do Partido Popular a um caso de assédio envolvendo uma ex- conceal em Móstoles, na região de Madrid, destacando divergências na forma de tratar denúncias. Segundo ele, o PP não abriu investigações e apoiou a versão de que o episódio tratava-se de assédio laboral, ignorando a vítima. O PSOE reforçou seus canais de denúncia interna contra o assédio.

Sánchez afirmou que o partido busca reduzir a gravidade do problema, citando crises anteriores envolvendo dirigentes locais. O presidente afirmou que o PP não é autônomo na condução da crise e apontou ligações entre a cúpula regional de Madrid e a gestão do caso, ressaltando o risco de impacto político para as eleições locais e nacionais.

Campanha eleitoral em Aragão

No encerramento da campanha para as eleições em Aragão, Sánchez abriu o ato atacando a ideia de “tecnooligarcas” e defendendo um pacto de Estado contra o cambio climático. O discurso também abordou restrições a menores em redes sociais e críticas à atuação de grandes plataformas digitais.

O atual mitin do PP em Zaragoza reuniu apoiadores com apresentações musicais, e o partido trouxe o ativista ultradireitista Vito Quiles como atração de fim de campanha. O evento contou com a participação de Jorge Azcón, candidato do PP, e do presidente do partido, Alberto Núñez Feijóo.

Peleja entre partidos e críticas religiosas

O líder de Vox, Santiago Abascal, comentou em Huesca sobre o papel de setores da Igreja Católica na política, sugerindo alegadas vantagens de alguns bispos no debate migratório. Em meio aos atos, Ayuso, líder regional, e o PP enfrentaram críticas de opositores sobre a gestão de redes e comunicação.

O PSOE também aproveitou a movimentação para destacar a necessidade de autonomia de líderes locais e a importância de decisões centradas na população, apresentando ações de governo voltadas ao clima, à proteção de menores online e à resposta a emergências climáticas.

Desfecho dos atos em Zaragoza

O mitin de encerramento da campanha socialista em Zaragoza sofreu atraso, pois Sánchez participou de visitas em Andaluzia para acompanhar os efeitos da tempestade Leonardo. Ao chegar, manteve-se a agenda com a plateia de aproximadamente mil pessoas no hotel Hiberus, que aguardavam o início do ato.

A agenda do PSOE promoveu mensagens de confiança na atuação do governo e destacou a atuação de Pilar Alegría como candidata local. As informações indicam que as últimas aparições públicas visam sustentar a candidatura socialista diante de pesquisas que apontam resultados desfavoráveis.

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