- Lula afirmou que noventa por cento dos evangélicos recebem benefícios do governo, durante ato em Salvador; não há divulgação de fonte oficial dessa porcentagem.
- O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, pastor da Assembleia de Deus, rebateu dizendo que a esquerda trata evangélicos como curral eleitoral e que programa social não compra caráter.
- Lula exortou militância a dialogar com as periferias e disse que não há espaço para “Lulinha paz e amor” na eleição.
- O presidente afirmou que não é possível perder as eleições, mas que a vitória depende da narrativa política e de manter o país soberano.
- O ato contou com autoridades e lideranças da base, incluindo Rui Costa, Jerônimo Rodrigues, Jaques Wagner, Edinho Silva e Dirceu, além de aliados de partidos como PSB e PSOL.
O líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), rebateu uma fala de Lula em Salvador e afirmou que a esquerda trata os evangélicos como curral eleitoral. A declaração ocorreu durante o aniversário de 46 anos do PT, na capital baiana.
Segundo Cavalcante, a esquerda usa o Estado para comprar consciências e reduzir a fé a benefício público, prática que classificou como desprezo. O parlamentar é pastor da Assembleia de Deus e aliado de Bolsonaro.
Lula disse, em evento no corredor político, que a militância deve dialogar com a população de periferia e que muitos evangélicos recebem benefícios do governo. O objetivo, segundo o presidente, é ampliar a presença da militância.
O petista explicou ainda que a disputa será travada de forma intensa, com foco em narrativa política e mobilização. Ele ressaltou que não há como perder as eleições, desde que a mensagem seja fortalecida.
O ato contou com a participação de figuras políticas e lideranças da base petista, incluindo o ministro Rui Costa, o governador Jerônimo Rodrigues, Jaques Wagner e Edinho Silva, além de aliados de PSB e PSOL. Movimentos sociais também marcaram presença.
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