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Eleições 2026: 18 de 27 governadores não poderão disputar novo mandato

Renovação marca eleições estaduais: dezoito de vinte e sete governadores não podem disputar a reeleição; espaço para quatro na Presidência e seis no Senado

Mapa mostra os estados em que o governador pode ser reeleito em 2026 e onde haverá necessariamente um novo eleito.
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  • Dezoito dos vinte e sete governadores não poderão disputar a reeleição em dois mil e vinte e seis, pois a legislação permite apenas uma reeleição consecutiva para cargos do Executivo.
  • Seja qual for o resultado, as eleições estaduais terão renovação: quatro governadores já sinalizaram a intenção de disputar a Presidência e ao menos seis buscam vagas no Senado; o Senado será com 54 das 81 cadeiras em disputa.
  • Entre os governadores que podem concorrer à reeleição estão: Amapá — Clécio Luís; Bahia — Jerônimo Rodrigues; Ceará — Elmano de Freitas; Mato Grosso do Sul — Eduardo Riedel; Pernambuco — Raquel Lyra; Piauí — Rafael Fonteles; Santa Catarina — Jorginho Mello; São Paulo — Tarcísio de Freitas; Sergipe — Fábio Mitidieri.
  • Quatro nomes já manifestaram objetivo presidencial, todos do PSD: Eduardo Leite (Rio Grande do Sul), Ratinho Júnior (Paraná), Ronaldo Caiado (Goiás) e Romeu Zema (Minas Gerais). O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, também deixa a possibilidade de reeleição em aberto.
  • Seis governadores já indicaram interesse em vagas no Senado: Antonio Denarium; Cláudio Castro; Ibaneis Rocha; Helder Barbalho; João Azevedo; Fátima Bezerra.

Dos 27 governadores, 18 não poderão disputar a reeleição neste ano por força da legislação que impede três mandatos consecutivos no Executivo. Com oito anos no cargo, esses mandatários precisam buscar novos rumos ou indicar sucessores. A renovação prometida é uma das marcas das Eleições 2026.

Quatro governadores já sinalizaram a disposição de concorrer à Presidência. Ao menos seis também pretendem disputar vagas no Senado, em um ano em que 54 das 81 cadeiras da Câmara Alta estão em jogo. A indefinição de alianças deve se refletir nos palanques estaduais ao longo dos próximos meses.

Entre os políticos que podem tentar a reeleição, aparecem nomes como Clécio Luís, no Amapá; Jerônimo Rodrigues, na Bahia; Elmano de Freitas, no Ceará; Eduardo Riedel, em Mato Grosso do Sul; Raquel Lyra, em Pernambuco; Rafael Fonteles, no Piauí; Jorginho Mello, em Santa Catarina; Tarcísio de Freitas, em São Paulo; e Fábio Mitidieri, em Sergipe.

Quatro governadores já manifestaram intenção de concorrer à Presidência, com três do PSD de Gilberto Kassab. A legenda deve anunciar a decisão até abril. Entre os candidatos aparecem Eduardo Leite (RS), Ratinho Júnior (PR), Ronaldo Caiado (GO) e Romeu Zema (MG).

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, afirma pretender a reeleição, ainda que pesquisas indiquem competitividade em uma eventual candidatura presidencial. Ele também indicou apoio ao senador Flávio Bolsonaro, do PL, em partes da disputa.

Além disso, seis governadores já sinalizaram planos de disputar o Senado: Antonio Denarium (PP-RR), Cláudio Castro (PL-RJ), Ibaneis Rocha (MDB-DF), Helder Barbalho (MDB-PA), João Azevedo (PSB-PB) e Fátima Bezerra (PT-RN). A renovação no Legislativo estadual tende a mudar o mapa de alianças.

Analistas destacam que a renovação imposta pelo teto de mandatos aumenta a importância da transferência de votos. Em Goiás, por exemplo, a boa avaliação de um governante que está prestes a sair pode favorecer a adesão de eleitores a seus candidatos.

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