- Maxwell recusou depor diante do Comitê de Supervisão da Câmara, invocando o direito de não se incriminar.
- Ela disse estar disposta a depor apenas se o presidente Donald Trump a perdoasse; advogados pediram imunidade, mas o Congresso negou.
- Maxwell cumpre pena de vinte anos de prisão por tráfico sexual; Epstein morreu na prisão em 2019 enquanto aguardava julgamento.
- O comitê investiga as ligações de Epstein com figuras poderosas e como as informações sobre os crimes foram tratadas.
- Bill Clinton deverá depor em 27 de fevereiro; Hillary Clinton fará o depoimento um dia antes; Trump não foi convocado.
Ghislaine Maxwell, ex-parceira de Jeffrey Epstein, recusou-se nesta segunda-feira (9) a responder a perguntas de um comitê da Câmara dos EUA, alegando direito de não se incriminar. Ela foi convocada para depor perante o Comitê de Supervisão, que investiga ligações de Epstein com figuras influentes.
Os advogados de Maxwell pediram imunidade para garantir o depoimento, mas o comitê negou a proteção. Maxwell cumpre pena de 20 anos por tráfico sexual. A ex-socialite permanece detida em prisão federal.
A decisão ocorreu em um contexto de investigações sobre as redes de Epstein. O comitê já informou que Bill Clinton deve depor em 27 de fevereiro e Hillary Clinton em 26 de fevereiro, ambos sobre sua relação com Epstein.
Maxwell é a única condenada por crimes relacionados a Epstein, que morreu na prisão em 2019 enquanto aguardava julgamento. Epstein já havia sido condenado em 2008 por solicitar serviços de prostituição de menor.
No ano passado Maxwell foi transferida para uma prisão de mínima segurança no Texas após encontros com o procurador-geral adjunto Todd Blanche, ex-advogado de Trump. O caso continua a gerar interesse público e jurídico.
Mudanças de tema
- As próximas informações passam a tratar de impactos legais e política de divulgações de documentos associados ao caso.
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