- A deputada Luciene Cavalcante, do PSOL-SP, apresentou um projeto para conceder o título de cidadão brasileiro a Benito Martinez Ocasio, o Bad Bunny, com base no suposto impacto cultural global do artista.
- A justificativa afirma que Bad Bunny projeta a identidade, a cultura e a língua latino-americanas, e que a honraria fortaleceria laços culturais entre o Brasil e países latinos; o texto pode tramitar em comissões.
- Bad Bunny se apresentou no intervalo do Super Bowl por cerca de 13 minutos, cantando em espanhol; a performance gerou críticas de Donald Trump.
- Na apresentação, o artista citou os países latino-americanos após dizer “Deus abençoe a América, toda a América”, interpretado como crítica às políticas de deportação de Trump; a esquerda brasileira apoiou o show.
- Em outros movimentos, a deputada já esteve envolvida em pautas midiáticas, como defender investigações sobre maus-tratos a animais em Florianópolis.
A deputada Luciene Cavalcante (PSOL-SP) propõe conceder o título de cidadão honorário do Brasil ao cantor Bad Bunny, Benito Martinez Ocasio. A ideia surge após o polêmico show no intervalo do Super Bowl, que elevou o artista a tema de debate cultural. A justificativa afirma que o alcance global do músico vai além do entretenimento, projetando identidade e língua latino-americanas. A proposta ainda tramita pelas comissões da Câmara.
O projeto, apresentado na Assembleia Legislativa, depende de avaliação das comissões, votação e aprovação pelos deputados para seguir adiante. A deputada argumenta que a honraria fortaleceria laços culturais entre o Brasil e países latinos, destacando o impacto sociocultural do artista.
Apresentação no Super Bowl
No intervalo da final da NFL entre Seattle Seahawks e New England Patriots, Bad Bunny atuou por cerca de 13 minutos, performando em espanhol. A apresentação foi recebida com críticas do presidente dos Estados Unidos, que expressou desaprovação. O cantor fez referências a países latino-americanos ao longo de sua atuação.
Após iniciar com a frase Deus abençoe a América, toda a América, a performance foi interpretada por parte do público como uma crítica às políticas de deportação. No Brasil, a aparição recebeu aplausos da esquerda, que viu na atuação um exemplo de diversidade cultural.
Contexto político e administrativo
Além da proposição sobre Bad Bunny, a parlamentar tem histórico de engajamento em temas amplamente discutidos pela grande mídia, como posicionamentos sobre assuntos de interesse público. Em outra pauta, Luciene apoia ações relacionadas a investigações de maus-tratos animais que resultaram na morte de um cão em Florianópolis (SC).
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