- O ministro Alexandre de Moraes pediu ao Comando Militar do Planalto que informe se o general Mário Fernandes pode receber visita íntima.
- O general foi condenado a 26 anos e seis meses de prisão e está preso desde 2024, após a PF encontrar o plano “Punhal Verde e Amarelo”.
- A defesa afirma que convívio com a esposa traria estabilidade emocional e ajudaria na reabilitação social do general.
- Fernandes alegou, em interrogatório, que o plano era apenas uma “análise de riscos” digitalizada e não compartilhada com ninguém.
- Moraes também manteve o ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal, Silvinei Vasques, preso na Papudinha, em Brasília, e autorizou Fernandes a continuar cursando doutorado na prisão.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, pediu ao Exército que informe se o general Mário Fernandes, condenado em processo ligado a uma trama golpista, pode receber visita íntima. A solicitação envolve o Comando Militar do Planalto para esclarecer os requisitos internos aplicáveis.
A defesa do general sustenta que o convívio com a esposa pode trazer estabilidade emocional e contribuir para a reabilitação social de Fernandes. A justificativa é apresentada em meio ao processo em andamento.
Fernandes foi condenado a 26 anos e seis meses de prisão e está detido desde 2024. A Polícia Federal apreendeu com ele um plano intitulado Punhal Verde e Amarelo, que previa a morte do presidente Lula, do vice Geraldo Alckmin e do ministro Moraes.
O plano descrito pela defesa classificou como estudo de risco realizado de forma interna, sem compartilhamento com terceiros. Moraes também determinou a continuidade da detenção do condenado.
Paralelamente, o ministro manteve preso em Brasília o ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal Silvinei Vasques, na penitenciária da Papudinha. Moraes autorizou que Fernandes continue cursando doutorado enquanto permanece na prisão.
Entre na conversa da comunidade