- O presidente da Câmara, Hugo Motta, defende a decisão do ministro Flávio Dino, do STF, que suspendeu pagamentos de penduricalhos ilegais no serviço público, durante evento remoto em São Paulo.
- Motta disse que a medida “traz luz” ao tema e que o Brasil precisa enfrentar a questão, mantendo o tom de coerência com a reforma administrativa.
- O congressista afirmou que o reajuste para servidores da Câmara, aprovado recentemente, foi justo e seguiu parâmetros usados pelo Judiciário e pelo Tribunal de Contas da União.
- Segundo ele, a aprovação teve critério e não representou um “trem da alegria”; o projeto segue para análise do presidente da República.
- Motta ressaltou que o aumento não implica elevação de despesas no orçamento e que a mudança permite pagamentos acima do teto de R$ 46 mil, com gratificações que podem chegar a cento por cento.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, defendeu nesta terça-feira a decisão do ministro do STF Flávio Dino de suspender o pagamento de penduricalhos ilegais no serviço público. Motta falou durante participação remota em evento do BTG Pactual, em São Paulo.
Ele afirmou que a medida traz luz a um tema relevante e que o Brasil precisa enfrentar a questão com seriedade. A defesa ocorreu no contexto de argumentos sobre o cumprimento de parâmetros do Judiciário.
O deputado também ressaltou que o reajuste aos servidores da Câmara, aprovado na semana passada, foi justo e seguiu critérios já usados para atualizar salários no Judiciário e no TCU. A Câmara aguardará a análise do presidente da República.
Repercussões sobre o reajuste
Motta disse possuir consciência tranquila quanto ao formato do aumento, destacando que não houve aumento de despesas no orçamento. A mudança abre espaço para pagamentos acima do teto de R$ 46 mil, com novas gratificações que podem chegar a 100% em alguns casos.
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