- O prefeito de Guayaquil, Aquiles Álvarez, e seus irmãos Xavier e Antonio Álvarez foram detidos, na terça-feira, por suspeita de lavagem de dinheiro, no âmbito do caso Goleada.
- A operação também prendeu outras oito pessoas, totalizando onze investigados, com mandados de prisão e apresentação de denúncia cumpridos pela polícia.
- O Ministério Público investiga os crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro e fraude tributária no caso; imagens mostraram dinheiro, computadores e celulares.
- O Barcelona de Guayaquil, clube chefiado por Antonio Álvarez, disputou recentemente um amistoso com o Inter Miami, de Lionel Messi; o clube ainda não se pronunciou oficialmente.
- O Ministério Público aponta prejuízo de até quinhentos e sessenta e um milhões de dólares no caso Triple A; Aquiles Álvarez afirma ser alvo de perseguição e pode ser transferido para Quito.
O prefeito de Guayaquil, Aquiles Álvarez, e o presidente do Barcelona de Guayaquil, seu irmão Antonio Álvarez, foram detidos nesta terça-feira, 10 de janeiro, na capital do país. A prisão ocorre durante a operação ligada ao chamado caso Goleada, envolvendo suspeita de lavagem de dinheiro, organização criminosa e fraude tributária.
Além de Aquiles e Antonio, a polícia prendeu outras oito pessoas, totalizando 11 investigados. Durante a operação, agentes cumpriram mandados de prisão com fins de apresentação de denúncia, conforme a divulgação do Ministério Público.
Imagens do Ministério Público mostram bolsas com dinheiro, computadores e telefones celulares. No momento da ação, Aquiles Álvarez não usava tornozeleira eletrônica, medida do caso Triple A, ligado à venda ilícita de combustível.
Caso Goleada
O Ministério Público investiga crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro e fraude tributária relacionados ao caso Goleada. A defesa de Aquiles Álvarez contesta a persecução, afirmando perseguição.
As autoridades estimam que o prejuízo ao Estado no caso Triple A chegue a 61,5 milhões de dólares. O prefeito Álvarez, de sua parte, nega envolvimento direto e aponta motivos políticos para as ações. A imprensa local informou que ele deve ser transferido para Quito.
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