- A perícia da Polícia Federal em celulares ligados a Daniel Vorcaro aponta menções de pagamentos ao ministro Dias Toffoli.
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- Fabiano Zettel, primo de Vorcaro, aparece nas mensagens fazendo referências a esses pagamentos.
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- Investigadores dizem que Toffoli também cita pagamentos, mas de forma cifrada.
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- A linha de investigação investiga se as transferências partiram de uma empresa ligada a um fundo relacionado ao Banco Master, em Tayaya.
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- O gabinete de Toffoli afirmou que o pedido de suspeição não tem respaldo jurídico; a defesa de Vorcaro critica vazamento de informações e reforça confiança nas instituições.
A Polícia Federal concluiu a perícia de mensagens no celular de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e encontrou referências a pagamentos a Dias Toffoli, ministro do STF. As informações indicam que as mensagens podem relacionar recursos a Toffoli, com menções cifradas a pagamentos. A conclusão da perícia foi anunciada nesta quarta-feira (11).
Os investigadores também identificaram Fabiano Zettel, primo de Vorcaro, entre as pessoas que aparecem nas mensagens com referências a esses pagamentos. A linha de investigação mira a possibilidade de transferências oriundas de uma empresa associada a um fundo ligado ao Banco Master, ligado ao resort Tayaya, frequentado pelo ministro.
Toffoli e seu gabinete contestaram a precisão do pedido de suspeição, afirmando que o requerimento da PF se baseia em ilações sem respaldo jurídico. A defesa do ministro sustenta que a PF não tem legitimidade para impor esse tipo de requerimento por não ser parte no processo, conforme o CPC.
A defesa de Vorcaro também se manifestou, apontando preocupação com vazamento seletivo de informações e com constrangimentos decorrentes. Em nota, a defesa reforçou a necessidade de respeito às garantias processuais e ao contraditório para a apuração dos fatos, ressaltando a confiança nas instituições.
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