- O Bloco da Anistia, organizado pela direita de Minas Gerais, acontece hoje na praça Marília de Dirceu, no Lourdes, em Belo Horizonte.
- A pauta do grupo é pedir a liberdade de Jair Bolsonaro e a soltura dos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023, com expectativa de pouco mais de 200 participantes.
- Os presentes cantaram o hino nacional ao som de marchinha de Carnaval e fizeram um momento de oração; a concentração começou por volta das 11h e segue até as 16h.
- O evento criticou o STF, especialmente o ministro Alexandre de Moraes; um organizador chegou a usar máscara com o rosto do ministro no trio.
- Abadás foram vendidos por R$ 49,22; a organização afirma buscar espaço na cena cultural do Carnaval, que segundo eles é dominada pela esquerda.
Organizado pela direita de Minas Gerais, o Bloco da Anistia reúne apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na praça Marília de Dirceu, no bairro Lourdes, em Belo Horizonte. O evento ocorre nesta manhã e segue até o começo da tarde.
O objetivo central do grupo é exigir a liberdade de Bolsonaro e a soltura de condenados relacionados aos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. A expectativa é de pouco mais de 200 pessoas em um circuito curto.
Participantes cantam o hino nacional ao som de marchinha de Carnaval e realizam orações. A concentração teve início por volta das 11h e a previsão de encerramento é às 16h.
Críticas políticas durante o bloco
Um dos organizadores do evento utilizava uma máscara com o rosto do ministro Alexandre de Moraes, membro do STF. A camisa trazia a mensagem eu sou a lei, que chamou atenção de quem acompanhava a manifestação.
Abadás do bloco foram vendidos por cerca de R$ 49,22. A organização afirma que parte das vendas busca fomentar espaço cultural no Carnaval, que, segundo eles, é dominado pela esquerda.
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